Vejo lá e ponho aqui

sábado, 5 de setembro de 2009

Steel 'Velcro' Made By Germans Supports 35 Tons, Heat At Up To 800 Degrees Celcius

By Jason Chen, 9:30 PM on Fri Sep 4 2009, 17,756 views

If your Velcro jacket fasteners were made of this German-engineered steel "Velcro", you'd be able to withstand 35 tons worth of force—provided your skin and bones don't tear first.

The "Velcro", which isn't really Velcro but has one side with spikes and the other with steel brushes, can withstand heat at up to 800 degrees Celsius.

And if you're interested in tearing these Velcro strips vertically (as in straight out instead of horizontally, where it's stronger), it can hold up to 7 tons. So, a 6 ton man or a 6614 pound Hummer H2 could be suspended from a building with no problem. (*Although its not clear how much of this stuff they're talking about to support that much weight, its hard not to be impressed.) [New Scientist via Make]

Fernandinho Beira-Mar está de volta aos negócios

do Ponte Aérea de xicovargas

Pode ser só coincidência, mas a polícia carioca, que não acredita em milagres, atribui ao fim do regime diferenciado em que era mantido o traficante Fernandinho Beira-Mar o reinício da guerra de quadrilhas nos morros do Rio. O bandido era guardado a sete chaves. Não tinha contato com outros presos. A ligação com o mundo exterior resumia-se a visitas agendadas de advogados e parentes. Nos dois casos, conversava no parlatório sob as vistas da guarda penitenciária.

Em maio passado, porém, Fernandinho recebeu as bençãos da Justiça. O prazo do isolamento venceu e o bandido voltou a receber visitas íntimas e a consultar seus advogados a qualquer hora. Só com as namoradas o traficante em cada encontro pode ficar até três horas no mais completo isolamento ("íntima", está lembrado?). Pois é, pombo-correio melhor nem existe. Sem botar na conta que visita íntima e contrabando de celular têm tudo a ver.

Restabelecida a comunicação permanente desse bom moço com os rapazes que cuidam dos negócios na ausência do chefe, está de volta aos morros da cidade a velha guerra pela expansão do território. Afinal, os domínios têm encolhido com as ocupações ainda tímidas de favelas pela PM. Isso está acontecendo sob a chancela da Justiça e vai continuar enquanto na interpretação da lei o direito do cndenado for sobreposto ao da sociedade.

Classe executiva da cia aérea Etihad Airways

do Geek Chic de Veridiana Serpa

etihad-first-bed-new-1etihad-first-foodA classe executiva da cia aérea Etihad Airways (Emirados Árabes Unidos)  possui uma cabine particular para o passageiro com portas móveis em estilo árabe, o assento torna-se uma cama de 2m de comprimento e vem equipado com um massageador,  apoio lombar e suporte  ajustável para a cabeça.

etihad-first-bed-new-2etihad_airways_bathO passageiro ainda tem acesso a tomadas para conectar seus gadgets, Ethernet, tela LCD widescreen de 23″, saída de áudio , mais de 600 horas de áudio e vídeo e espaço suficiente para armazenar toda a bagagem. Cardápio é a la carte, carta de champanhe e vinhos, total de 12 suítes disponíveis no vôo.

fonte: Born Rich

Burj Al Arab - O Hotel 7 Estrelas

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O Burj Al Arab é operado pelo Jumeirah Group e foi construído por Said Khalil. Ele foi projetado por Tom Wright da WS Atkins PLC. Com 321 metros (1.053 pés) é a mais alta estrutura exclusivamente usada como hotel. No entanto, a Rose Tower, também em Dubai, já superou a altura do Burj Al Arab, e tirou este título após a sua abertura, em abril de 2008. O Burj Al Arab foi construído sobre uma ilha artificial de 280 metros (919 ft) fora da praia de Jumeirah, e está conectada com a ilha principal por uma ponte curvada particular. É uma estrutura ícone, desenvolvida para simbolizar a transformação urbana em Dubai, e para imitar a vela de um barco.
A construção do Burj Al Arab tem início em 1994. Ele foi construído para assemelhar-se com a vela de um dhow, um tipo de barco Árabe. Duas colunas partindo do chão até o topo originaram um "V" formando um imenso "mastro", enquanto que o espaço entre elas foi erguido os andares. O hotel foi construído pelo grupo Sul-Africano de construção Murray & Roberts. A construção do hotel custou $ 650 milhões.

O arquiteto Tom Wright disse: "O cliente queria um edifício que se tornasse um ícone ou simbólo declarado de Dubai, que seja espantosamente lindo e semelhante a Ópera de Sydney, ou como a parisiense Torre Eiffel. Ele precisava de ser um edifício que iria tornar-se sinónimo do Nome daquele país".

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Show de bola esse hotel.

Via: iTzMe

LULA, DILMA, CRIVELLA, A “BISPA” SÔNIA E O “APÓSTOLO” HERNANDES JUNTOS! MEU DEUS!!!

do Reinaldo Azevedo | VEJA.com de Reinaldo Azevedo

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A ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, é amiga de Jesus desde criancinha. Mesmo quando ela integrava a VAR-Palmares, era em Deus que pensava. Tanto é assim que a sua organização antecipou o despacho de algumas pessoas para o céu. Uma delas, por exemplo, era só um correntista de banco. Estava ele lá, feito Inês de Castro, coitadinho!, no sossego dos seus anos, sacando um chequinho no caixa, e eis que chegou um Anjo — futuramente indenizável como perseguido pela ditadura…  — de arma na mão para expropriar o banco em nome do povo. E "pimba!". Lá foi o pai de família morar ao lado de Jesus! Carlos Minc participou dessa operação. Hoje ele acha um absurdo que algumas pessoas matem árvores e minhocuçus. E Dilma continua amiga de Jesus! O mundo é mesmo pândego.

Por que isso? Vejam que foto histórica esta publicada no Estadão Online. Lula instituiu ontem o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Participaram da cerimônia, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o presidente da Câmara, Michel Temer; o senador e "bispo" Marcelo Crivella (PRB-RJ), sobrinho de Edir Macedo, dono da Igreja Universal,;a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o casal da Igreja Renascer Sônia e Estevam Hernandes. Crivella é este que aparece à esquerda, contraindo os olhos enquanto entra em conexão, suponho, com o Espírito Santo. Nunca entendi por que certos religiosos, de qualquer denominação, quando julgam entrar em contato com a Pomba Sagrada fazem essa cara.

Há quem faça coisas ainda mais estranhas. É o caso da "bispa" Sônia e seu marido, o "apóstolo" Estevam. Quando o Espírito Santo está presente, eles desandam a falar línguas estranhas. Mangabeira Unger perde feio.  Não sei como se contiveram ontem. Estevam é essa cabeleira grisalha em primeiro plano; Sônia está à sua direita, a cabeleira castanha. Dilma é aquela com ar beato. A foto não deixa de ser um bom retrato do Brasil.

O casal da Renascer acaba de sair da cadeia nos Estados Unidos e já participa de uma solenidade ao lado de Lula e de sua candidata. Não sei se vocês estão lembrados: a dupla tentou entrar naquele país com dólares que não tinham sido declarados, escondidos na capa de uma Bíblia. O leitor cético dirá que estão todos entre iguais. Afinal, a "bispa" e o "apóstolo" apenas portavam "recursos não-contabilizados". Ademais, em matéria de dólares ilegais, ninguém é páreo para o pagamento que a campanha de Lula fez a Duda Mendonça no exterior.

Ah, sim: o leitor logo pergunta: "Por que as aspas em 'bispa' e 'apóstolo'?" Porque é como eles se autodenominam, entendem? A palavra "bispa" é uma licença quase poética, além de ser uma brutal licença religiosa. Um feminino aproximado para tal função seria "episcopisa". Imaginem: "Episcopisa Sônia Hernandes"!!! Já o "apóstolo"  é coisa realmente séria. Apóstolos, originalmente, eram 12. Missões divinas dadas a Paulo e Barnabé também permitem que os chamemos assim. Pronto! 14 ao todo! Até a chegarda de Hernandez, o 15º elemento. Todos os apóstolos tiveram contato direto com Jesus — logo, supõe-se ser esse o caso do marido da "bispa". Quatro coisas são privadas dos apóstolos:
- recebem missões diretamente de Jesus;
- podem pregar a todos os povos;
- são dotados de infalibilidade;
- sua jurisdição episcopal é universal;  sua igreja é o mundo!
Alguns, nem todos, também operam milagres. Parece ser esse o caso de Hernandez. Que eu saiba, em nenhuma outra denominação neopentecostal alguém se colocou tão pertinho de Jesus Cristo.

A Justiça americana liberouo casal para voltar ao Brasil no dia 1º de agosto, 15 dias antes do prazo, par visitar o filho, Felippe Daniel Hernandes, conhecido pelos fiéis como Bispo Tid, internado na UTI em razão de complicações decorrentes de uma cirurgia para redução de estômago. Segundo o Hospital Oswaldo Cruz, ele teve complicações neurológicas de origem metabólica.

Sônia e Estevam, que sempre oraram pelo filho, prometeram orar por Dilma também.

Sanduíche frito de tomate e queijo

do Mirepoix de De Cordeiro

4 tomates redondos grandes e firmes cortados em rodelas finas
sal, manjericão desidratado e pimenta-do-reino a gosto
8 colheres (sopa) de mussarela ralada
100 g de farinha de aveia
50 g de queijo parmesão ralado
30 g de farinha de rosca
2 ovos ligeiramente batidos

Tempere os tomates com sal, manjericão e pimenta-do-reino a gosto.

Sobre uma fatia de tomate temperado coloque 1 colher (sopa) de queijo mussarela ralada e cubra com outra fatia de tomate temperado. Repita este procedimento até terminar os tomates e reserve.

Misture farinha de aveia, queijo e de farinha de rosca. Reserve.

Passe o sanduíche de tomate em 2 ovos ligeiramente batidos e logo em seguida na mistura de farinhas. Repita o procedimento. Frite os sanduíches sob imersão em óleo médio alto (160 graus) e sirva a seguir.

Válvula magnética funciona sem energia e facilita manutenção

Redação do Site Inovação Tecnológica - 02/09/2009

Válvula magnética funciona sem energia e facilita manutenção
[Imagem: Dan Eriksen]

Cientistas dinamarqueses criaram uma válvula capaz de fechar ou desviar fluidos no interior de encanamentos sem consumir energia.

A grande vantagem da nova válvula, segundo os pesquisadores até maior do que o não-consumo de energia, é a possibilidade de sua regulagem sem a necessidade de abertura dos circuitos, facilitando a manutenção e evitando a parada das linhas de produção.

Materiais magnetocalóricos

A válvula nasceu das pesquisas feitas com refrigeração magnética, uma tecnologia que substitui os compressores das geladeiras atuais por materiais chamados magnetocalóricos, que se aquecem quando expostos a um campo magnético. Depois que eles irradiam esse calor, resfriando-se, o campo magnético é removido e sua temperatura cai novamente, só que, desta vez, dramaticamente.

Este efeito pode ser usado em um ciclo de refrigeração clássico e os cientistas já conseguiram alcançar temperaturas próximas do zero absoluto utilizando esta tecnologia - veja Depois de 130 anos, geladeiras poderão ter avanço tecnológico.

Válvula magnética

Christian Bahl e seus colegas da Universidade Riso aproveitaram esse mecanismo para criar uma válvula magnética que funciona sem consumir eletricidade e sem requerer força mecânica externa.

O funcionamento da nova válvula se baseia em um líquido fluindo sobre um material com uma temperatura Curie conhecida - a temperatura na qual o material passa de magnético para não-magnético.

Quando a temperatura do líquido cai abaixo de sua temperatura Curie, ele é atraído por um ímã localizado no lado de fora da válvula, abrindo a passagem para o fluido. Se a temperatura sobe novamente, o material perde o magnetismo, anulando a atração do ímã externo e uma mola é suficiente para fazê-lo voltar à sua posição original e fechar novamente a válvula.

Válvulas de cerâmica

Construindo a válvula com diversos materiais, cada um com sua própria temperatura Curie, os pesquisadores conseguiram construir válvulas que operam de forma diferente a diferentes temperaturas. O resultado é uma espécie de válvula termostática de estado sólido.

Existem válvulas com princípio de funcionamento similar no mercado, mas todas utilizam eletroímãs e, portanto, exigem energia externa para funcionar.

Os protótipos funcionam em temperaturas entre 10 e 40 graus Celsius, mas os pesquisadores afirmam que o princípio poderá ser utilizado para produzir válvulas que funcionem com temperaturas desde centenas de graus até a temperatura do nitrogênio líquido, já que existem materiais com temperaturas Curie variando ao longo de todo esse intervalo.

Como são feitas totalmente em cerâmica, as novas válvulas não sofrerão corrosão e não se oxidarão quando forem postas em contato com produtos oxidantes ou corrosivos.

A GUERRA SUJA ELEITORAL JÁ COMEÇOU

do Reinaldo Azevedo | VEJA.com de Reinaldo Azevedo

A guerra começou. Mas não é aquela que se viu em Heliópolis, em São Paulo. Começou a guerra eleitoral. Não menos suja.

Aconteceu uma tragédia no bairro de Heliópolis, Zona Sul de São Paulo. Uma troca de tiros entre guardas municipais de São Caetano, cidade que faz divisa com a favela, e assaltantes resultou na morte de Ana Cristina de Macedo, de 17 anos, que voltava da escola. Ela foi atingida por um tiro fatal no pescoço. Não se sabe se a bala partiu da arma dos bandidos ou dos guardas municipais. Um episódio trágico, que tem de ser severamente apurado, com a punição dos responsáveis. Mas ele não se inscreve, nem é preciso demonstrar, nos casos de violência policial com favelados ou pobres, como tenta fazer crer o subjornalismo a soldo. É justo que lideranças de Heliópolis cobrem a rigorosa apuração do caso e punição de culpados. Mas o que foi aquilo a que se assistiu no local quase 24 horas depois da morte de Ana Cristina?

Sob o pretexto de protestar contra a morte da garota, vândalos resolveram, literalmente, botar fogo na favela, incendiando ônibus e carros, ameaçando a segurança não dos policiais, mas dos próprios moradores da região. Saldo da ação: 13 veículos queimados, sendo 3 ônibus, 2 micro-ônibus, 4 carros particulares, 2 viaturas dos bombeiros e 2 da Polícia Militar. Vinte e uma pessoas foram presas. Agora vem o mais espantoso: ao longo do dia, panfletos foram distribuídos no local convocando para um "protesto". O prêmio para a participação seria uma cesta básica.

Antes, cumpre falar um tantinho daquela área para o leitor que não é de São Paulo. A genericamente conhecida como Favela de Heliópolis — hoje, a área é um bairro  — abriga 100 mil pessoas. Boa parte da região já não apresenta mais as características de uma favela propriamente dita: barracos improvisados que misturam madeira, papelão e plástico, com ligações clandestinas de luz, água etc. Ao contrário: as casas são de alvenaria, com serviços públicos devidamente regularizados, inclusive transporte coletivo (como se viu…) e um fortíssimo comércio local. Para quem gosta de fantasiar com essas coisas: o que chamam por aí de "desigualdade social" está também ali.  Já há uma forte classe média em Heliópolis. E há, claro, os muitos pobres. O aluguel na região pode variar de R$ 200 a R$ 1.000, e há casas à venda por até R$ 100 mil. A comunidade conta com uma rádio própria, legal, e tem recebido a atenção do poder público, com a construção de escolas, centros de lazer, postos de saúde etc. O bairro de Heliópolis já não se presta mais à curiosidade turística dos "amigos da pobreza". E se trata de uma região relativamente calma, a despeito dos muitos problemas que há por ali.

Pois bem. Heliópolis foi sacudida ontem NÃO por um protesto, mas por atos de vandalismo que mal disfarçavam a intenção de atrair a polícia e, como gostam de dizer certos delinqüentes, "a repressão". Os amigos de Franklin Martins da blogosfera já vociferavam ontem à noite: "Olhem como a Polícia do Serra e do PSDB trata os pobres". Não! Olhem como a Polícia — de qualquer governo decente — deve tratar os marginais, os bandidos, a canalha que se aproveita de uma tragédia para fazer proselitismo político.

O governo de São Paulo precisa ficar atento: há um esforço coordenado de alguns setores — com a colaboração do subjornalismo de sempre, mas também de fatias ditas respeitáveis da imprensa — para caracterizar a segurança pública do estado como ineficiente, quem sabe fora de controle. Seja cumprindo uma reintegração de posse de um terreno — a PM, nesse caso, obedece a uma ordem judicial; é obrigada a fazê-lo —, seja reprimindo os que põem em risco as próprias comunidades em nome das quais dizem protestar (como os incendiários de ontem), a polícia tem sido hostilizada, recebida com paus, pedras, incêndios… Que os 21 detidos desta madrugada passem por um rigoroso escrutínio: estão a serviço dos que querem fabricar "mártires do povo".

E setores da imprensa, por ingenuidade, ideologia ou burrice mesmo, fazem alegremente o trabalho sujo. Ontem, a desordem obviamente organizada e patrocinada era chamada de "protesto". Dizia-se que a polícia estava "ocupando" a favela, como se aquele fosse um território estrangeiro.

Há pelo menos mais 23 estados brasileiros em que há mais mortos po 100  mil habitants do que São Paulo. No entanto, jornalistas que se querem responsáveis vão à rádio anunciar uma segurança pública fora de controle, o que é uma piada. A guerra civil não-declarada mata no Brasil uma média de 50 mil pessoas por ano — 26,31 pessoas por 100 mil habitantes (população estimada de 190 milhões). Se a média nacional fosse a de São Paulo, os mortos seriam 20.444 pessoas — 29.556 pessoas deixariam de morrer por ano.

O esforço de criar factóides de alcance eleitoral tem várias frentes. E noto para encerrar: enquanto houver uma emissora de televisão transmitindo ao vivo, com grande estardalhaço, os atos de vandalismo, naquele estilo da reportagem resfolegante, chamando atos criminosos dos bandidos de "protesto de moradores", os moradores  de verdade continuarão acuados em suas casas, e os bandidos continuarão a botar fogo no circo. Ora, eles se vêem na TV, como se protagonizassem um filme.

O problema é que certa prática erroneamente chamada de "jornalismo" é só extensão daquele banditismo que incendeia ônibus e viaturas da PM e dos bombeiros.

20 MIL LÉGUAS SUBMARINAS

Inventor testa submarino caseiro na China

Um inventor chinês construiu um submarino usando barris velhos de petróleo. Agora, Tao Xiangli, 34 anos, está testando o invento em um lago perto de Pequim.

Eis o Teste.



Com periscópio, tanques, controladores de profundidade, duas hélices e um motor elétrico, o submarino caseiro possui todos os sistemas necessários para navegação. Foram necessários dois anos de trabalho para que o submarino ficasse pronto e 30 mil yuanes (aproximadamente R$ 8,2 mil).

Agora o teste verdadeiro...


Ar condicionado em veículos: falta de manutenção





Mal-estar, ardência e secura nos olhos, dor de cabeça, fadiga e gripes constantes. Se você apresenta esses sintomas com freqüência e o seu carro possui ar condicionado, ou mesmo um sistema de circulação de ar quente e frio, é aconselhável investigar as condições do aparelho e o estado do elemento filtrante.
A manutenção pode estar sendo feita de maneira incorreta e o sistema de refrigeração servindo de veículo para a propagação de doenças. O sistema de ar condicionado do carro, quando está sem manutenção adequada, contribui para o surgimento ou agravamento de alergias respiratórias. Isso porque o filtro de ar desses aparelhos não está preparado para reter as micropartículas causadoras das doenças.
O ar frio paralisa os cílios (pelos) que revestem as paredes do sistema respiratório e são encarregados de jogar para fora as impurezas que entram junto com o ar que respiramos. Assim, fungos, mofo, bactérias, vírus e ácaros permanecem no organismo livres para provocar doenças respiratórias de natureza alérgica. A Revista Meio Filtrante consultou dois especialistas no assunto, doutor José Carlos Abrunhosa, pneumologista do Hospital das Clínicas e doutor Ivan Negreto, médico infectologista do hospital Sírio Libanês, de São Paulo, que foram enfáticos em suas afirmações.
"As doenças do aparelho respiratório mais comuns são sinusite, rinite, otite, amigdalite, faringite, bronquite, pneumonia, asma, gripes e resfriados. Gripes, por exemplo, baixam as defesas e favorecem infecções mais sérias, como a pneumonia", diz o doutor José Carlos Abrunhosa, pneumologista do Hospital das Clínicas.
Com 52 anos de idade e 26 de profissão, o doutor Abrunhosa é radical: "Quem não cuida devidamente do ar condicionado do seu carro está colocando em risco a sua própria saúde e de todos aqueles que entram no seu veículo. E vale ressaltar que algumas doenças do sistema respiratório, como gripes e pneumonias são, na maioria dos casos virais e, portanto, transmissíveis. Um problema que começa dentro de um carro pode passar para toda a família", afirma.
A contaminação causada pelo ar condicionado pode acontecer por duas vias diferentes, diz o doutor Abrunhosa: "Pelos agentes biológicos como fungos, bactérias e algas, bastante comuns devido à manutenção inadequada, ou pela temperatura e umidade desreguladas. A temperatura correta deve variar: nem muito fria, nem muito quente, mas normalmente ela fica quente ou fria demais porque o dono do carro não sabe manusear o aparelho corretamente ou, então, porque o projeto do ar condicionado foi mal elaborado". Portanto, segundo o médico, a manutenção de forma correta e constante é fundamental para manter o sistema de ar condicionado eficaz e seguro: "Seguir os padrões estabelecidos pelos fabricantes na troca do filtro é um bom início para evitar doenças e futuras dores de cabeça", assegura.
Já o doutor Ivan Negreto, médico infectologista do hospital Sírio Libanês, complementa: "Por concentrar às vezes o mesmo número de pessoas que moram em uma casa (três por exemplo) num espaço bem menor, facilita o surgimento de doenças respiratórias. O ar condicionado do carro, sem manutenção, é um crime contra a saúde", afirma.
"É preciso realmente ter muito cuidado. Um simples esquecimento na manutenção desse aparelho que visa somente o conforto e bem-estar, pode se transformar em um grave problema de saúde. Como diz o velho ditado: quem usa, cuida! E aqueles que possuem carros com ar condicionado devem fazer a manutenção periódica pelo seu próprio bem, e também dos familiares e amigos", afirma o doutor Ivan.

O desenvolvimento dos filtros de cabine


Denominação aplicada aos filtros encarregados de manter a pureza do ar tanto em veículos com sistema de ar condicionado, quanto por aqueles que só possuem circulação de ar quente e frio, os filtros de cabine evoluíram em ritmo acelerado desde sua criação na Alemanha. No início, a tônica principal era somente a retenção de pólen, muito frequente nas regiões européias. As vedações eram compostas por um material esponjoso que com o decorrer do tempo, se transformava em um criadouro de bactérias, proporcionando um aumento significativo de colônias: "Hoje existe a preocupação com a saúde dos usuários. No lugar da espuma foi colocada uma aba de poliéster e todos os componentes são sintéticos. Você consegue com a fibra sintética uma purificação muito maior, sendo retidas partículas menores que 1 mícron", afirma Edson Manzato, da Engenharia Avançada da Tecfil, especializada em filtros automotivos.
Ele explica, ao lado de Roberto Rualonga, gerente de assistência técnica da empresa, que odores ou a perda de eficiência (quando o ar deixa de circular) são os indicativos mais precisos da necessidade da troca do filtro: "Este é, na realidade, o momento ideal para trocar o filtro e manter a segurança do motorista e da sua família. Recomendamos que a troca, em média, deva acontecer entre seis meses e um ano, ou entre 15 e 30 mil quilômetros de uso", explica Edson Manzato.
Mas existem muitos fatores que podem afetar a eficiência do filtro e reduzir o tempo de troca, como preconiza a própria OMS (Organização Mundial de Saúde): "Excesso de terra, umidade e fuligem (fumaça que nas grandes cidades apresenta partículas de gordura), têm um poder de saturação dez vezes maior. Cem gramas de fuligem, por exemplo, equivalem a 1 quilo de pó. Isso pode impactar a troca e fazer com que ela seja necessária até trimestralmente", diz Edson.
O gerente de assistência técnica da Tecfil, Roberto Rualonga, explica que há dois tipos de filtros para cabine: com e sem carvão ativado. Aqueles que possuem o carvão são mais eficientes e podem filtrar, além dos gases, elementos orgânicos, inorgânicos e inibir os odores ruins: "Os odores externos são menos intensos. Você pode estar em um congestionamento na Marginal do Tietê - SP, mas vai se sentir bem melhor dentro do carro."
Além da troca do filtro, os profissionais explicam que é importante a higienização que pode ser realizada de diversas formas, entre as quais spray nebulizador, aparelho de oxi-sanitização - tecnologia limpa, que higieniza o veículo em apenas 30 minutos sem a adição de produtos químicos - ou utilizando sistema de circulação de ar-quente. "É sempre bom remover o filtro sujo, ligar o motor (e sair do carro, obviamente), acionar o ar quente e deixá-lo funcionando por cinco minutos. Isso vai higienizar toda a tubulação. Uma coisa que não deve ser feita, em nenhuma hipótese, é jogar um produto higienizador diretamente sobre o filtro", afirma Edson Manzato.

Responsável pelo ar que você respira
Gilberto Carlos Gonçalves, gerente de Vendas da Filtros Mil, comenta: "O carro pode ser um foco de doenças respiratórias pela falta da troca periódica do filtro de cabine, onde se acumulam sujeiras tais como fuligem, folhas, insetos, poeira, fumaça, fungos, bactérias e contaminantes em geral, que causam a restrição da entrada de ar para dentro do veículo, dando a sensação de ar saturado, pesado, além do mau cheiro", explica. Gilberto aconselha uma revisão periódica, no mínimo a cada seis meses: "Em cidades com grande concentração urbana e altos índices de poluição, o tempo pode ser ainda menor".

Planta brotando no filtro
Para Marcello Vinícius Bernardini, com 10 de experiência na área de filtros automotivos, onde atua hoje como consultor, a manutenção é tudo para preservar a saúde: "Na região da Grande São Paulo e nas grandes capitais brasileiras, o filtro do ar condicionado deve ser trocado de três em três meses, principalmente em função da concentração de poluição gerada pelos próprios veículos. Com a troca deve ser feita a nebulização com um gás bactericida, que aniquila principalmente fungos e ácaros", esclarece.
Com passagem por empresas como Tecfil e Filtros Mil, Marcello garante que já viu casos que são de cair o queixo: "Uma vez, o proprietário de um Vectra 96 me procurou. O carro era de dono único e tinha dez anos de uso. Mas ele nunca tinha ouvido falar em filtro de cabine. Foram 10 anos sem troca ou qualquer tipo de manutenção. A peça estava pesando 720 gramas (normalmente tem 90 gramas) e havia uma planta brotando na terra vermelha acumulada pelo filtro. Ele transitava pela região de Londrina (norte do Paraná), o que facilitou a polinização. E a planta estava lá. Foi inacreditável", afirma.

A chegada ao Brasil
Os filtros de cabine começaram a ser produzidos no Brasil em meados da década de 1990. Pioneira no mercado, a Freudenberg, através da marca
MicronAir, passou a atuar desde o ano passado também no mercado de reposição, contratando Luciano Ponzio da Silva, profissional especialista nesse segmento, visando estreitar o vínculo com seus parceiros por meio de palestras, treinamentos e campanhas.
Há três anos neste mercado, a Tecfil iniciou em fevereiro sua própria linha de produção. "Nossa capacidade na área é tão grande, que mandamos os produtos para serem testados na Alemanha (onde os chamados filtros de pólen surgiram). São testes de performance que duram mais de seis meses", diz Edson.

Mercado em crescimento
"O conceito começou a crescer mesmo nos últimos três anos. Antes disso era um nicho ainda desconhecido. É um grande mercado a ser explorado e a importância da troca periódica tem ganho mais ênfase através de nossos treinamentos para conscientização. Iniciamos a produção própria este ano e já superamos nossa média de vendas de 2007 em mais de 15%. Isso é apenas o início de uma longa trajetória. Iremos crescer muito mais devido a nossa força de vendas e prestação de serviço". As informações são de Fábio Bertini Mondevaim, gerente regional de vendas da Tecfil.
E acrescenta: "No ano passado, importamos as linhas de produção dessa família de itens, onde passamos a desenvolver novos produtos. Ganhamos, obviamente, vantagem competitiva em relação aos custos anteriores, com foco na excelência de entrega e padrão de qualidade. Hoje temos uma linha estruturada com capacidade produtiva apta a atender o mercado nacional. A novidade fica por conta dos investimentos, que continuarão."
Já a Freudenberg estima fechar o ano com um crescimento de 20% em relação a 2008, somente para o mercado de reposição. Luciano esclarece que atualmente, do total da frota brasileira, apenas 26% dos veículos possuem filtro de cabine e 3,6% costumam trocar o filtro regularmente. Por esse motivo, ainda existe um grande mercado a ser explorado.

Marketing em alta
Simone Minhoto Queiroz, analista de marketing da Tecfil, está muito otimista com as projeções de crescimento dos filtros de cabine para o mercado nacional: "No lançamento, fizemos uma campanha de pontos junto aos nossos distribuidores. Conforme a compra, o distribuidor acumula pontos que podem ser trocados por brindes. Essa contabilidade é bimestral e a campanha tem sido um sucesso", diz.
"O mercado está começando a tomar consciência da necessidade deste tipo de filtro. E nós estamos prontos para oferecer e abastecer esse mercado com nossos filtros, que são sinônimos de qualidade em todos os elos da cadeia automotiva (distribuidores, autopeças, trocas de óleo, consumidores)", complementa.
Também incrementando suas ações junto ao mercado, a MicronAir (Freudenberg) lançará ainda este ano, um DVD explicativo com mais de 120 trocas de filtros filmadas, para explicar detalhes e revelar segredos importantes para o bom desempenho e utilização dos filtros.


Um pouco da história
Os filtros de cabine foram criados na Alemanha, pela Freudenberg, com a marca mundial MicronAir, a pedido da BMW. Nesta época, houve uma combinação de fatores climáticos que culminou com uma polinização excessiva, liberando no ambiente uma quantidade muito alta destas partículas que são especialmente nocivas ao sistema respiratório humano. Houve uma avalanche de pessoas com problemas respiratórios indo aos hospitais. Daí nasceu o nome do produto na Europa: filtro de pólen.


Os fabricantes no Brasil
Freudenberg - Jacareí – SP (MicronAir)
Iniciou sua produção em 1998, em função de um contrato firmado pela sede na Alemanha com montadoras com filiais no Brasil: VW, Ford, GM e Fiat. Naquela época, importava o poliéster de sua matriz, recortava o material em serras de fita e montava os filtros, com poucos modelos. Ainda atua fortemente neste mercado com as montadoras e também é fabricante das marcas MicronAir, Corteco, Clean Air, e para outras empresas através do sistema de Marcas Privadas (Private Label).

Filtros Mil - M.S.B. Ind. e Com. de Ltda. - Araucária - PR
Pioneira na fabricação 100% nacional de filtros veiculares, iniciou sua produção em 2002 e liderou o mercado até 2006, com boa qualidade e linha completa de modelos.

Idelbrás Ind. e Com. de Filtros Ltda. – Curitiba - PR
No segmento desde 2006, possui linha flexível, de alta produtividade, com mais de 100 modelos e políticas comerciais atraentes. Primeira a desenvolver filtros para veículos que não possuem receptáculo para receber o filtro de cabine, como por exemplo o VW Santana e Ford Versailles, Honda Fit e Civic (até 2007), Toyota Corolla (até 2006), Renault Scénic, Clio, Sandero e Logan, entre outros.

Indústria de Autopeças SCHUCK – São Leopoldo – RS
Antiga fabricante de filtros blindados para combustível, entrou no mercado em 2004 com poucos modelos. Aos poucos foi se adequando às necessidades de mercado e hoje atua bem no Sul do Brasil.

Tecfil – Sofape – Guarulhos – SP
Iniciou a produção interna este ano. Está em processo acelerado no desenvolvimento de novos itens, marcas Tecfil e Vox. A SOFAPE já está homologada para fornecimento em diversas montadoras. Os Filtros TECFIL são fabricados em linhas automatizadas, garantindo maior precisão na produção dos itens. São utilizados no processo de fabricação, materiais que atendem os requisitos das montadoras. Atua em todo território nacional.

Tempo de troca
A troca do filtro de cabine deve, de preferência, ser feita em uma oficina especializada. Mas o procedimento em alguns veículos é relativamente simples e hoje já existem mecânicos e até mesmo postos de gasolina que executam o serviço com eficiência.
As montadoras estão cada vez mais preocupadas com o bem-estar e a segurança dos passageiros, simplificando assim seus projetos para atenderem as necessidades dos filtros de cabine. Como exemplo, em alguns modelos de veículos as trocas são realizadas em até cinco minutos. Entre eles, estão o Audi A3; o Citroen Picasso; Fiat Brava, Marea, Weekend; Ford Courier e Fiesta (1996 a 2001); GM Astra até 1996, Corsa novo, Vectra e Montana; Peugeot 206 e 307; e o Volkswagen Bora, Gol, Parati, Golf, Saveiro e Passat. Outros veículos podem demorar de 5 a 10 minutos. São eles: Fiat Doblô, Ducato, Palio e Stilo; Ford Focus, Ka e Mondeo; GM Calibra, Corsa (até 2001), Celta; Honda Civic; e Volkswagen Fox, Passat e Polo (novo).



Vicente de Aquino

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