Vejo lá e ponho aqui

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Lula guerra e ódio.

Ao declarar que levará para a campanha eleitoral de 2010 um "Lula Guerra e Ódio", o presidente mostra a sua verdadeira face. "Pelos sinais que eu vi, pela ausência de discurso programático, vale chutar do peito para cima. O que eles não sabem é que eu sou capoeirista e, portanto, estou muito preparado para não deixar a coisa chegar no meu peito". O debate faz mal para Lula. Os olhos ficam vermelhos e arregalados. O pescoço incha. As veias saltam. O suor escorre pela testa. Lula está mordido por pequenos e grandes detalhes. Pelo filme que é um fracasso de bilheteria. Pela polêmica do PNDH III. E até por ter escolhido a babushka stalinista mudinha para ser a sua sucessora. Lula é um burro esperto. É um analfabeto com doutorado em povo. Ele está enlouquecendo aos poucos porque sabe que a sua popularidade não vai adiantar absolutamente nada. Ele não é candidato e o povo vai escolher o melhor, independente dele. Além disso, Lula está irritado porque ele está em franca campanha, a oposição não. Por isso, é preciso respeitar a lucidez de José Serra. Quanto mais tarde, melhor. E que Lula fique tocando o seu berimbau desafinado.


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Ypióca investe na produção de Etanol

A WEG está a frente do projeto de automação de uma das mais modernas usinas de álcool do País

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Famoso em todo o País e no exterior por sua tradicional aguardente, o Grupo Ypióca está investindo em um novo mercado: o de etanol. A empresa acaba de inaugurar a usina de Jaguaruana, no Ceará, com capacidade para produzir entre 40 e 60 milhões de litros/ano de etanol, cerca de 90 milhões de litros/ano de cachaça, além da possibilidade de fabricar álcool neutro. Totalmente automatizada, a nova unidade é resultado de um investimento de cerca de R$ 80 milhões. Está entre as mais modernas do mundo e é estratégica para a empresa. Com ela, o objetivo é abastecer um terço do mercado cearense de etanol nos próximos três a quatro anos e aumentar, em cerca de 20%, o faturamento do grupo. Hoje, o Ceará importa 160 milhões de litros/ano de etanol, praticamente todo o produto encontrado nas bombas de combustíveis.

Para este novo desafio, a Ypióca foi buscar as soluções WEG, parceira há mais de três décadas da empresa, com produtos em operação desde o plantio da cana (como os painéis de acionamento das bombas de captação de água e irrigação, por exemplo) até nas usinas e fábricas. "Na usina da Jaguaruana, todo o projeto de automação é da WEG", resume o gerente de Engenharia da Ypióca, José Paulo dos Santos. A marca também está presente na geração de energia, acionamentos e proteção dos motores que acionam as máquinas e equipamentos.

No acionamento do terno da moenda está o CFW-11M (modular drive) 427A e o motor (Linha HGF) de 500 cv em 690 V. O CFW-11 M é a nova geração de inversores de freqüência WEG para elevadas potências – está disponível em potências de 400 a 2.500 cv e tensões de 380 a 690 V, com retificadores de entrada em 6 pulsos, 12 pulsos ou regenerativo. A construção modular permite configurá-lo conforme a potência desejada pelo cliente e também um elevado nível de compactação do acionamento.

No desfibrador, navalha 1 e navalha 2, existem dois conjuntos de acionamentos CFW-11M 811A, para o acionamento dos motores de 1100cv, 900cv e 500cv em 690 V. Enquanto um está em operação, o outro está de reserva (sistema de By-Pass). Na prática, funciona assim: o drive aciona o primeiro motor e, depois de atingir a rotação plena, este motor é ligado diretamente à rede. Então, este acionamento é utilizado para partir um segundo motor e assim sucessivamente.

A WEG também esteve presente no fornecimento de vários transformadores, com destaque para as quatro unidades (1000 kVA / 2000 kVA / 2500 kVA / 3500 kVA) em 690V (tensão secundária).

O gerente de Engenharia da Ypióca conta que foi aberta uma concorrência para a escolha do fornecedor e a disputa foi acirrada. Mas, devido à tecnologia 100% brasileira e à assistência pós-venda exemplar que a Ypióca já conhecia de longa data, a decisão foi por ampliar a parceria. "A WEG tem um serviço de assistência ao cliente muito bom. Não tem outro melhor no País", destaca José Paulo dos Santos.

 

O Etanol no Brasil

Localizada às margens do rio Jaguaribe, o maior do Ceará, o parque fabril de Jaguaruana tem 100 mil metros quadrados de área e cerca de 6 mil hectares de terra para plantar a cana-de-açúcar, principal matéria-prima da indústria.

Seu principal produto, o etanol, há muito tempo, deixou de ser uma possível alternativa para se firmar como uma fonte de energia limpa e sustentável que, graças à utilização da biomassa, ajuda a reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera. Além disso, emprega quase um milhão de trabalhadores no País, muitos através de cooperativas familiares, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores. O consumo no Brasil foi alavancado nos últimos anos pelo aumento do número de veículos flex (álcool e gasolina) no mercado e em 2008 chegou a atingir 18 bilhões de litros/ano.



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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Mulher fina, comum, vulgar e depravada

COMO CADA UMA DELAS SE COMPORTA

NO TOILETTE

M U L H E R F I N A: (nada diz)

M U L H E R COMUM: Essa calcinha me incomoda.

M U L H E R VULGAR: Eu odeio calcinha enfiada no rego.

MULHER DEPRAVADA Eu tenho ódio de calcinha enfiada no cú..

APÓS UM JANTAR

M U L H E R F I N A: O jantar estava divino, parabéns.

M U L H E R COMUM: Estou satisfeita.

M U L H E R VULGAR: Tô cheia.

MULHER DEPRAVADA: Comi até o cu fazer bico.

NO CHURRASCO

M U L H E R F I N A: Está ótima essa lingüiça.

M U L H E R COMUM: Muito boa essa lingüiça.

M U L H E R VULGAR: Noooosa que lingüiça grande!…

MULHER DEPRAVADA: Tô comendo a lingüiça do churrasqueiro (gargalhada).

VENDO UM AMIGO CHUPANDO UM SORVETE

M U L H E R F I N A: Posso experimentar!?

M U L H E R COMUM: Me dê um pedaço!?

M U L H E R VULGAR: Posso dar uma chupada?

MULHER DEPRAVADA: Deixa eu chupar? Não vou morder, garanto. (gargalhada)

COMO SE VESTEM

M U L H E R F I N A: de acordo com o evento.

M U L H E R COMUM: sempre da mesma forma, jeans, camisete e tênis em todos os eventos.

M U L H E R VULGAR: micro saia, bermuda agarrada, em todos os eventos.

MULHER DEPRAVADA: frente única no churrasco, micro saia mostrando a calcinha à noite.

BEBIDAS

M U L H E R F I N A: champanhe, uísque e vinho, dependendo da ocasião.

M U L H E R COMUM: batida.

M U L H E R VULGAR: cerveja..

MULHER DEPRAVADA: cachaça, conhaque, cerveja, vodca, licor, água de bateria, etc

PROCURANDO UM AMIGO QUE SE CHAMA PEDRO NUMA FESTA

M U L H E R F I N A: Você viu o Pedro?

M U L H E R COMUM: Cadê o Pedro?

M U L H E R VULGAR: Pedroooooooooooo!!!

MULHER DEPRAVADA: Caralho, onde o viado do Pedro se meteu, cacete!

SAINDO DA MESA PARA IR AO BANHEIRO

M U L H E R F I N A: Com licença, vou retocar a maquiagem.

M U L H E R COMUM: Vou a toilette.

M U L H E R VULGAR: Vou tirar água do joelho. (risos)

MULHER DEPRAVADA: Vou fazer um download, soltar um barro, matricular o Pelé na natação (gargalhada)

VENDO UM HOMEM INTERESSANTE

M U L H E R F I N A: Muito simpático!

M U L H E R COMUM: Que homem liiiindo!

M U L H E R VULGAR: Dessa fruta eu chupava até o caroço!

MULHER DEPRAVADA: Eu deixava ele fazer barba, cabelo e bigode.

O QUE DIZEM QUANTO UM INDESEJÁVEL LHE FALA ALGUMA GRACINHA

M U L H E R F I N A: (ignora)

M U L H E R COMUM: Tem gente que não tem noção.

M U L H E R VULGAR: Vai te catar o meu! Não se enxerga não!?

MULHER DEPRAVADA: Vai tomar no cú, viado, corno…

O QUE ROLA NO PRIMEIRO ENCONTRO

M U L H E R F I N A: só um beijo de despedida.

M U L H E R COMUM: muitos beijos.

M U L H E R VULGAR: beijos e carícias (AMASSO)

MULHER DEPRAVADA: trepa e dá a bunda dizendo que era virgem atrás.

OUVINDO JAZZ

M U L H E R F I N A: Liiindo!

M U L H E R COMUM: Adoro qualquer tipo de música!

M U L H E R VULGAR: Que porra de música é essa?

MULHER DEPRAVADA: Tira essa merda aí, coloca um pagode, cacete!

DIANTE DE UMA BROCHADA DO PARCEIRO

M U L H E R F I N A: Meu amor, isso acontece. Fique tranqüilo.

M U L H E R COMUM: O problema é comigo?

M U L H E R VULGAR: Você já trepou hoje com alguma vadia?

MULHER DEPRAVADA: Caralho, quer que eu faça fio terra em você?

ASSISTINDO UM BALLET

M U L H E R F I N A: Bravo!!!

M U L H E R COMUM: Lindo!!!

M U L H E R VULGAR: Perdi meu tempo, deixei de ver as videocassetadas.

MULHER DEPRAVADA: Que porra é essa? Ridículo, isso é coisa de viado!

PRIMEIRO CONTATO NO MSN

M U L H E R F I N A: Boa Noite!

M U L H E R COMUM: Oiiiiiiiiiiiiiiiii

M U L H E R VULGAR: Falae gato.

MULHER DEPRAVADA: Peraê, vou ligar a webcam.



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A corrupção lulista.

Da coluna de Jânio de Freitas, na FSP:

O recente caso envolvendo Oi/Telemar/BrTelecom, em que empresários fizeram um multibilionário negócio proibido por lei, mas já certos de que Lula mudaria a Lei de Telecomunicações para favorecê-los, esse fica não só na história do governo Lula, mas na biografia verdadeira de Lula.O negócio da compra de submarinos franceses, com a participação até da empreiteira Odebrecht (contratada na França para burlar a necessidade de concorrência aqui), está embrulhado em sombras, dólares e euros. Mas o negócio com os caças Rafale fala por si e pelo dos submarinos.A falta de pudor com que o governo, por intermédio de pessoas do nível de presidente da República e de ministros de Estado, se lança em artimanhas medíocres, umas em seguida às outras, para impingir um negócio que até o mais leigo dos leigos percebe ser absurdo, tem lastro histórico: volta à América Latina e celebra a África nos momentos, em ambas, de mais explícita imoralidade governamental.E lá se vão, nesse arrastão, até pessoas de quem se podia discordar, mas, até aqui, sem desconsiderar suarespeitabilidade. "O barato sai caro" -se isso é a argumentação que o ministro das Relações Exteriores oferece, em Paris, para a compra dos caças, só se pode deduzir que os motivos de Celso Amorim não são mais do que bajulatórios. À vista de uma pretendida candidatura em que a ajuda de Lula será o fator decisivo.E que lição insultuosa vem dar à FAB o novo ministro de Assuntos Estratégicos, Samuel Guimarães, com o argumento de que escolher um avião de caça "não é como comprar um automóvel, o preço não pode ser o único determinante" (para o repórter Bernardo Mello Franco). Os meses de estudo da FAB entre os diferentes aviões, os milhares de páginas então produzidos, a ponderação das respectivas contribuições para a futura indústria aeronáutica brasileira, tudo isso foi apenas comparação de preço, como na compra de um carro? Nessa pequenez pelo menos ficou-se sabendo que o ministro de Assuntos Estratégicos compra carro pelo preço. O que é bem coerente com a "aliança estratégica" que o governo Lula não construiu: compra ao governo Sarkozy, no que talvez venha a ser a maior transação comercial já feita pelo governo brasileiro. Mas "o preço não pode ser o único determinante", porque "o barato sai caro".


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Do sofá para a pista.

Olá pessoal,

Vocês talvez conheçam minha postura sedentária, exagero com cigarros e drinks.
Bem andei fuçando e encontrei um site very cool: http://www.c25k.com/. Trata-se de uma técnica que auxilia para sairmos do sofá para atividades saudáveis. Traduzi uns trechos da apresentação:
"C25K é um programa de treinamento elaborado para quem quiser correr 5 quilômetros ou 30 minutos após 9 semanas.
Com a ajuda do C25K um praticante com 47 anos, passou de 104 kg e 30 cigarros diários para 82 kg e 0 cigarros,após 7 semanas.
O segredo é iniciação delicada da movimentação do corpo, começando pela alternância entre caminhadas e pequenas corridas e progredindo durante 8 semanas até estar pronto para correr 5 quilômetros ou 30 minutos."

 Basicamente são métodos que devem sr repetidos 3x/semana durante 8 semanas. Abaixo a tabela de progressão que um tal de Henrique traduziu:

Thanks go to Henrique for translating the program from English to Portuguese for us.

Semana

1º treino

2º treino

3º treino

1

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois alternar entre 60 segundos de corrida e 90 segundos a andar durante 20 minutos.

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois alternar entre 60 segundos de corrida e 90 segundos a andar durante 20 minutos.

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois alternar entre 60 segundos de corrida e 90 segundos a andar durante 20 minutos.

2

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois alternar entre 90 segundos de corrida e 2 minutos a andar durante 20 minutos.

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois alternar entre 90 segundos de corrida e 2 minutos a andar durante 20 minutos.

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois alternar entre 90 segundos de corrida e 2 minutos a andar durante 20 minutos.

3

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois fazer duas repetições do seguinte:
• Correr 200m
(ou 90 segundos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 400m
(ou 3 minutos)

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois fazer duas repetições do seguinte:
• Correr 200m
(ou 90 segundos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 400m
(ou 3 minutos)

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois fazer duas repetições do seguinte:
• Correr 200m
(ou 90 segundos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 400m
(ou 3 minutos)

4

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)
• Andar 400m
(ou 2 minutos e meio)
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)
• Andar 400m
(ou 2 minutos e meio)
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)
• Andar 400m
(ou 2 minutos e meio)
• Correr 400m
(ou 3 minutos)
• Andar 200m
(ou 90 segundos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)

5

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 800m
(ou 5 minutos)
• Andar 400m
(ou 3 minutos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)
• Andar 400m
(ou 3 minutos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 1.2Km
(ou 8 minutos)
• Andar 800m
(ou 5 minutos)
• Correr 1.2Km
(ou 8 minutos)

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 3.2Km (ou 20 minutos) sem andar.

6

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 800m
(ou 5 minutos)
• Andar 400m
(ou 3 minutos)
• Correr 1.2Km
(ou 8 minutos)
• Andar 400m
(ou 3 minutos)
• Correr 800m
(ou 5 minutos)

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 1.6Km
(ou 10 minutos)
• Andar 400m
(ou 3 minutos)
• Correr 1.6Km
(ou 10 minutos)

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correre 3.6Km (ou 25 minutos) sem andar.

7

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 4Km (ou 25 minutos).

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 4Km (ou 25 minutos).

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 4Km (ou 25 minutos).

8

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 4.5Km
(ou 28 minutos).

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 4.5Km
(ou 28 minutos).

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 4.5Km
(ou 28 minutos).

9

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 5Km (ou 30 minutos).

5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 5Km (ou 30 minutos).

Último treino! Parabéns! 5 minutos de aquecimento a andar com passo acelerado. Depois:
• Correr 5Km (ou 30 minutos).

 

Bom pessoal espero que auxilie em algo

Abraços
 

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Uma Comissão da Verdade com Dilma já!

É importante. Até agora, Dilma Rousseff apenas contou que foi presa e brutalmente torturada. Seria importante que uma Comissão da Verdade, "plural e suprapartidária, com mandato e prazo definidos, para examinar as violações de direitos humanos praticadas no contexto da repressão política", como prevê o PNDH III, fizesse uma acareação pública com a ex-terrorista e ex-gerrilheira que quer ser Presidente do Brasil. Onde ela estava exatamente quando foi presa? Algum general impediu a mocinha mineira de continuar estudando, indo à universidade? Algum professor seu foi impedido de ministrar aulas de economia? Por que abandonou a família e foi para a clandestinidade? Qual era a sua ideologia? Que regime queria, naquela época, ver implantado no Brasil? Já na clandestinidade, o que fazia na organização terrorista em que participava? Planejava assassinatos e execuções de militares? Planejava assaltos a bancos e a residências? Montava e desmontava um fuzil em trinta segundos por quê? Qual a finalidade de dominar uma arma com tanta perfeição? Executou algum inimigo, a sangue frio? Assaltou o cofre do Adhemar? O que fez com o dinheiro? Quem contribuía para financiar a guerrilha? Quem oferecia casas, imóveis e chácaras para acoitar os guerrilheiros? De onde vinham as armas e munições? Quais os padres recolhiam dinheiro para financiar o movimento? Assistiu, participou ou conduziu algum justiçamento? Delatou alguém? Quem fazia parte da organização e cujos nomes nunca foram revelados? Aceitaria ser submetida a algum equipamento de testes, para saber se está mentindo ou falando a verdade? Enfim, sem dúvida alguma, a Comissão da Verdade deveria começar o seu trabalho por Dilma Rousseff. Afinal de contas, é ela, com este passado, que terá a tarefa de implementar o PNDH III. Os "torturadores" só querem poder investigar os "terroristas". Ter os mesmos direitos humanos. Não é justo?


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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

DECRETO GOLPISTA DE LULA USA DIREITOS HUMANOS PARA TENTAR CENSURAR A IMPRENSA E QUER MOVIMENTOS SOCIAIS SUBSTITUINDO O CONGRESSO

Vocês pensam que já expus aqui todo o show de horrores do tal decreto que supostamente trata do Programa Nacional de Direitos Humanos? Pois falta ainda explicitar muita coisa. O texto também avança sobre os meios de comunicação. O PT abre, assim, mais uma frente de perseguição à imprensa. Todas aquelas propostas da tal Confecom (Conferência de Comunicação), que resultariam em censura se fossem aplicadas, estão consolidadas também no tal decreto.

Sob a desculpa de defender os direitos humanos — e o totalitarismo sempre tem justificativas humanitárias para se exercer —, institui-se uma verdadeira polícia política para vigiar e punir a "mídia".  Leiam a Diretriz 22 no anexo do tal decreto. Volto em seguida.

Diretriz 22: Garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação para consolidação de uma cultura em Direitos Humanos.

Objetivo Estratégico I:
Promover o respeito aos Direitos Humanos nos meios de comunicação e o cumprimento de seu papel na promoção da cultura em Direitos Humanos.
Ações Programáticas:
a)Propor a criação de marco legal regulamentando o art. 221 da Constituição, estabelecendo o respeito aos Direitos Humanos nos serviços de radiodifusão (rádio e televisão) concedidos, permitidos ou autorizados, como condição para sua outorga e renovação, prevendo penalidades administrativas como advertência, multa, suspensão da programação e cassação, de acordo com a gravidade das violações praticadas.
Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça; Ministério da Cultura

b)Promover diálogo com o Ministério Público para proposição de ações objetivando a suspensão de programação e publicidade atentatórias aos Direitos Humanos.
Responsáveis: Ministério da Justiça; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República
c)Suspender patrocínio e publicidade oficial em meios que veiculam programações atentatórias aos Direitos Humanos.
Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Justiça

d)Elaborar critérios de acompanhamento editorial a fim de criar ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de Direitos Humanos, assim como os que cometem violações.
Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República; Ministério da Cultura; Ministério da Justiça

(…)
f)Avançar na regularização das rádios comunitárias e promover incentivos para que se afirmem como instrumentos permanentes de diálogo com as comunidades locais.
Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Cultura; Ministério da Justiça

(…)
Objetivo Estratégico II:
Garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação.
Ações Programáticas:
a)Promover parcerias com entidades associativas de mídia, profissionais de comunicação, entidades sindicais e populares para a produção e divulgação de materiais sobre Direitos Humanos.
Responsáveis: Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Cultura; Ministério das Comunicações

(…)
c)Incentivar a produção de filmes, vídeos, áudios e similares, voltada para a educação em Direitos Humanos e que reconstrua a história recente do autoritarismo no Brasil, bem como as iniciativas populares de organização e de resistência.
Responsáveis: Ministério das Comunicações; Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República; Ministério da Cultura; Ministério da Justiça

Voltei
É o PT se revelando. A partir de agora, ninguém mais poderá alegar inocência. As ditaduras jamais se instauram alegando maus propósitos, é evidente. Até as mais odientas, que servem de modelo de horror, como o nazismo e o stalinismo, vislumbravam um homem ideal, livre. Todas elas sempre falam em nome da PRESERVAÇÃO DE UM BEM e da RESTAURAÇÃO DA VERDADE. E, por óbvio, elegem seus inimigos.

Ora, a quem caberá definir o que e quem "viola" ou não os direitos humanos? Está claro no decreto: são as ditas entidades da sociedade civil, que estão, como todos sabemos, a serviço dos petistas. Como o partido acredita que não se distingue do estado e da sociedade, ele se oferece para ocupar as funções que cabem a ambos. Se a tese prosperasse, viveríamos sob uma censura partidária disfarçada de senso comum e de bom senso.

Eis por que costumo dizer que os nossos "bolivarianos" são bem mais espertos do que os bolivarianos dos outros. Enquanto Hugo Chávez, o delinqüente de Caracas, atua em nome pessoal, chamando para si a responsabilidade dos atos discricionários que ele pretende revolucionários, os petistas preferem apelar ao chamam a "sociedade organizada", de modo que a vontade do partido se confundam com a vontade coletiva.

Alguns bobinhos poderiam perguntar: "Mas que mal há em punir emissoras de TV, por exemplo, que não respeitem os direitos humanos"? A questão rigorosamente não é esta. O Brasil tem uma Constituição com os princípios gerais que regem o respeito ao "outro" e às diferenças. O que precisa ficar claro é que estão tentando criar uma legislação paralela, pautada pela militância partidária, para monitorar, censurar e punir aqueles atores que essa militância acusa de agredir os direitos humanos.

Desavergonhado
O decreto é de tal sorte desavergonhado que não se vexa em atacar governos anteriores em linguagem claramente ideológica. Leiam o que diz o texto sobre os "movimentos sociais":
Nos anos que se seguiram, os movimentos passaram a se consolidar por meio de redes com abrangência regional ou nacional, firmando-se como sujeitos na formulação e monitoramento das políticas públicas. Nos anos 1990, desempenharam papel fundamental na resistência a todas as orientações do neoliberalismo de flexibilização dos direitos sociais, privatizações, dogmatismo do mercado e enfraquecimento do Estado. Nesse mesmo período, multiplicaram-se pelo País experiências de gestão estadual e municipal em que lideranças desses movimentos, em larga escala, passaram a desempenhar funções de gestores públicos.

Trata-se de uma abordagem inaceitável num texto legal, além de estupidamente mentirosa. Que "neoliberalismo", cara pálida? Quais direitos sociais foram flexibilizados? Seria impossível apontar um só. Ao contrário: os direitos sociais foram ampliados desde a Constituição de 1988, inclusive e especialmente no governo FHC. A um governo cabe, nos limites da lei, privatizar ou estatizar empresas, por exemplo (ele que faça as suas escolhas), mas não cabe fazer proselitismo a favor ou contra a "privatização". Não num decreto!!! Acontece que este é o trecho do texto que tenta transformar os movimentos sociais numa espécie de Congresso paralelo.

E é isso o que não está ainda devidamente claro sobre o tal decreto 7.037. Como Lula e os petistas sabem que não conseguirão fazer a sua tão sonhada "constituinte", tentam impô-la na marra por meio de outros expedientes. Os petistas querem usar os ditos "movimentos sociais" como o seu Congresso alternativo. Será que forço a mão? Ora, leiam os dois primeiros parágrafos do Anexo. Faltou pouco para que se exaltasse ali a própria fundação do PT:

A partir da metade dos anos 1970, começam a ressurgir no Brasil iniciativas de articulação dos movimentos sociais, a despeito da repressão política e da ausência de canais democráticos de participação. Fortes protestos e a luta pela democracia marcaram esse período. Paralelamente, surgiram iniciativas populares nos bairros reivindicando direitos básicos como saúde, transporte, moradia e controle do custo de vida. Em um primeiro momento, eram iniciativas atomizadas, buscando conquistas parciais, mas que ao longo dos anos foram se caracterizando como movimentos sociais organizados.

Com o avanço da democratização do País, os movimentos sociais multiplicaram-se. Alguns deles institucionalizaram-se e passaram a ter expressão política. Os movimentos populares e sindicatos foram, no caso brasileiro, os principais promotores da mudança e da ruptura política em diversas épocas e contextos históricos. Com efeito, durante a etapa de elaboração da Constituição Cidadã de 1988, esses segmentos atuaram de forma especialmente articulada, afirmando-se como um dos pilares da democracia e influenciando diretamente os rumos do País.

Revelando o jogo
O governo Lula e o PT explicitaram o jogo. Juste-se o decreto às propostas da tal Confecom, e não há dúvida sobre as pretensões dessa gente: ditadura do partido único, ainda que obedecendo às chamadas "regras de mercado" — eles podem ser autoritários, muitos são totalitários, mas ninguém ali é burro.

O caminho para a realização de seus propósitos pode ser, por que não?, o Congresso Nacional. Caso Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil (pasta que responde pela forma final dos decretos) e candidata do PT à Presidência, vença a disputa, terá início a fase de implantação da "ditadura mitigada". Seria a chamada "Ditadura Sem-Vergonha".



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Isla con exceso de equipaje

maletas

Desprovistos de cualquier protección, entran los cubanos por la Aduana General de la República donde les hacen pagar el precio del retorno. Una marca de tiza en la maleta señala a quienes deben pasar por el patíbulo de la tasación y por el asalto institucional del impuesto sobre ciertas mercancías. Curiosamente, los empleados del aeropuerto tienen el olfato fino para detectar a los nacionales que regresan, pues saben que estos llegan cargados de objetos variados e increíbles. Afuera, en la sala de espera, las familias sueñan con abrazar a sus emigrados y fantasean con los posibles regalos, mientras al viajero le pesan su equipaje y le muestran una elevada factura que está obligado a liquidar.

Se podría llegar a pensar que en un país donde faltan tantos productos y recursos, la flexibilidad para importarlos –de manera personal– debe caracterizar al proceso aduanal; pero no es así. Más bien vivimos el otro extremo, con un estricto "Listado de valoración interno" que obliga a repagar el contenido de las valijas, ya incluyan estas un jabón, una lata de sardinas o una laptop. Todo se complica cuando al ilusionado visitante se le ocurre traer un electrodoméstico o una cámara digital para sus parientes. Si quiere entrar estos implementos de la modernidad deberá sacar de su bolsillo una cantidad que va desde los 10 a los 80 pesos convertibles. Lo cual viene a ser como un rescate que se les da a los "secuestradores" de lo ajeno, para que el equipo pueda llegar a manos de sus destinatarios.

Como una industria del desvalijo, las aduanas cubanas engrosan cada día el número de lo confiscado, a la par que agregan a la caja contadora miles de dólares por concepto de impuestos. Sus grandes almacenes se han llenado de secadores de pelo, Play Station, hornillas eléctricas y computadoras que transportaban los viajeros. El destino de esas mercancías nunca se explica, pero todos sabemos que toman el camino verdeolivo de muchas tantas otras. La Isla parecería, si nos guiamos por las restricciones de entrada, a punto de hundirse por los kilogramos de la abundancia y la prosperidad. Pero todos sabemos que en realidad sus ciento once mil kilómetros cuadrados están a punto de irse a bolina, ante la levedad que le imponen la improductividad y las carencias.



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Estadão sugere: Lula não representa interesse nacional

Atualizado em 07 de janeiro de 2010 às 22:39 | Publicado em 07 de janeiro de 2010 às 20:14

Quarta-Feira, 06 de Janeiro de 2010

As turbulências do presidente

Editorial do Estadão, repercutido no blog do Noblat

A incontinência verbal do presidente Lula -- que fala duas vezes antes de pensar nos efeitos de suas palavras -- acaba de criar um problema político para o seu governo e um potencial problema diplomático para o Brasil. Numa atitude inconcebível para qualquer governante que se paute, como é devido, pelo princípio da precaução ao se manifestar sobre decisões de Estado a respeito da defesa nacional, Lula não esperou o parecer da Aeronáutica sobre as alternativas para a renovação da frota da Força Aérea Brasileira, com a compra de 36 caças de última geração. Ele não apenas declarou a sua preferência pelo Rafale, da francesa Dassault, em detrimento do Gripen NG, da sueca Saab, e do F-18, da Boeing americana, como assinou com o presidente Nicolas Sarkozy, em visita ao País no 7 de Setembro do ano passado, uma nota conjunta sobre a abertura de tratativas com a empresa fabricante para a consumação de um negócio da ordem de R$ 10 bilhões.

Lula, portanto, comprometeu o Brasil com a França, a partir de uma escolha pessoal cujos motivos se prestam a toda sorte de indagações. Faltou combinar com os militares. Ontem, a Folha de S.Paulo revelou que, em relatório técnico com mais de 30 mil páginas de dados, ratificado pelo Alto Comando da Força, a Aeronáutica apontou o Gripen como o avião mais vantajoso, seguido do F-18. O Rafale foi considerado a opção menos interessante. O fator preço foi crucial: o caça da Saab custa a metade do modelo francês. Quando esteve no Brasil, Sarkozy prometeu reduzir o valor do aparelho, como se fosse o CEO da Dassault e não o presidente da França -- uma diferença essencial que Lula aparentemente achou que não precisava levar em conta. Agora a FAB o contrariou de duas maneiras. Primeiro, com as conclusões em si. Segundo, ao ordenar as suas preferências. Instado pelo presidente, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, levara aos militares o pedido absurdo para que não fizessem um ranking dos aviões.

Por definição, chefes de governo têm a última palavra em matérias dessa natureza -- pelas óbvias implicações políticas internas e externas de cada uma das opções em jogo. Mas quando as Forças Armadas do país em questão apresentam um parecer taxativo, só excepcionalmente o governante deixa de adotá-lo. Faz sentido. Ao chefe de Estado cabe definir a política de defesa nacional. Aos militares cabe escolher os instrumentos para executá-la. Lula, no entanto, quis impor a sua vontade em relação aos meios a serem adotados por uma delas. E o pior é que, antes mesmo de subir a rampa do Planalto pela primeira vez, ele tomou a si o processo de modernização da FAB, o chamado projeto FX-2, pressionando o ainda presidente Fernando Henrique a adiá-lo sob a alegação de que estava em final de mandato. Agora, ou Lula se rende à análise profissional, que virtualmente o desmoralizou, ou empurra o assunto para as calendas: este, afinal, é o derradeiro ano de seu segundo período.

A primeira hipótese é improvável -- não menos do que a de obrigar a Aeronáutica a aceitar o Rafale. Bater o martelo em favor do Gripen deixaria Lula perder a face diante de um país cujo presidente -- ele sim, trabalhando pelo interesse nacional -- se comporta como o grande paparicador de Lula nos foros internacionais -- como ocorreu na conferência do clima em Copenhague. De todo modo, a ideia de que a aquisição do Rafale é indispensável à parceria estratégica entre o Brasil e a França não se sustenta. Essa parceria já foi estabelecida no caso da fantástica compra de submarinos -- inclusive o que seria o casco de um submarino nuclear -- com tecnologia francesa. Deixar o assunto em banho-maria pode ser, para Lula, a escolha menos onerosa, embora signifique deixar o País, sabe-se lá por quanto tempo, à mercê de uma frota obsoleta de combate aéreo. Decerto ele fará o mesmo em relação a outro problema relacionado aos militares, no qual também meteu os pés pelas mãos.

Trata-se do decreto que cria o Programa Nacional de Direitos Humanos -- e que ele admitiu ter assinado sem ler. Contrariando um acordo arduamente negociado entre a Defesa, as Três Forças e o Ministério da Justiça, endossado por Lula, o texto abre caminho para a revisão da Lei de Anistia, a partir das ações de uma Comissão da Verdade que já está sendo equiparada a uma "CPI da ditadura". Este é o presidente cujos adoradores não sabem nem querem saber como se conduz.

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NÃO SE MATA A DEMOCRACIA EM UM DIA: O PT SABE QUE SE TRATA DE UM PROCESSO LENTO

Nenhum país dorme democracia e acorda ditadura; em nenhum lugar do mundo, o sol se põe na plena vigência do estado democrático e de direito e se levanta para iluminar um regime autoritário. A construção da miséria institucional e legal é sempre lenta e demanda um esforço continuado e dedicado tanto dos candidatos a ditador como dos culpados úteis que lhes prestam serviços - são "culpados úteis", sim; não há inocentes entre protagonistas e omissos.

Aquele que viola a democracia é culpado de violá-la; e aquele que se cala, cúmplice, é culpado dessa cumplicidade silenciosa. Por que isso?

Mesmo trabalhando num ritmo menos acelerado do que de hábito - o blog volta à sua rotina na segunda próxima -, encontrei um tempinho para ler aquela estrovenga que ficou conhecida como "o decreto dos direitos humanos". Fiz, com o pé na areia, o que, lamento dizer, boa parte da imprensa não fez com os calcanhares nas redações. Já disse aqui dia desses e repito: os jornais podem acusar a Internet o quanto quiserem por sua marcha rumo à irrelevância. Mas nada será tão definidor de seu destino quanto a escolha pela… irrelevância!

Esqueceram de ler o decreto. E, porque o texto foi ignorado, alguns tontos saíram a defendê-lo em suas colunas. Fixaram-se apenas na criação da "Comissão da Verdade". E a mistura de ignorância histórica com a herança da esquerda botocuda resulta num dos pecados bem conhecidos da estupidez: a preguiça. No caso, preguiça de pensar. Imersos numa enorme confusão filosófica e jurídica, ignoram que mesmo os melhores princípios obedecem a códigos estabelecidos - estabelecidos, é bom lembrar, num regime plenamente democrático. Moral e intelectualmente, comportam-se como crianças tolas e assustadas, que fazem pipi nas calças diante do temor de que a crítica ao tal decreto venha a ser confundida com "defesa da tortura". O fenômeno, admito, não é só brasileiro. Vive-se a era da patrulha das minorias organizadas, que tolhem o pensamento com a força de um tribunal inquisitorial. Richard Lindzen, por exemplo, professor de meteorologia do Massachusetts Institute of Technology (nada menos do que o lendário MIT), faz picadinho de algumas teses do aquecimento global e explica o silêncio de colegas que comungam de suas teses: medo - e, claro!, risco de perder verbas para pesquisa. Há um post sobre ele aqui.

Boa parte das pessoas - no jornalismo, então, nem se diga! - prefere perder a vergonha a perder o conforto da companhia, a sensação de pertencer a um grupo ou a uma corporação. Por isso há tanta mesmice no jornalismo. Adiante.

Os bestalhões saíram a defender um decreto que tinha na criação da tal comissão o seu aspecto menos deletério, embora igualmente absurdo. Ocorre que, entre outras barbaridades, o mesmo texto que contempla aquela aberração também extingue, na prática, o direito de propriedade e institui a censura sob o pretexto de defender os direitos humanos. Vale dizer: alguns "patrões da mídia" (como gostam de dizer a esquerda e muitos vigaristas que participaram da Confecom) estão pagando o salário de solertes companheiros que lhes põem uma corda no pescoço - e no pescoço do regime democrático. Em muitos casos, com efeito, trata-se de covardia; em outros, de ação partidária, deliberada: estão cumprindo uma tarefa.

Alguns "juristas petralhas" (como se não houvesse nisso um clamoroso oximoro…) resolveram lembrar que a decisão será do Congresso etc e tal. Não tentem me ensinar o que eu mesmo escrevi no primeiro texto de ontem: "Muito dirão que quase tudo o que há naquela estrovenga depende de projeto de lei e que será o Congresso a dar a palavra final. E daí? O texto não se torna constitucional por isso. Ademais, dados os métodos de cooptação dessa gente, isso não significa uma garantia, mas um risco adicional."

Petralhas e até alguns inocentes acusaram: "Você está exagerando na interpretação do decreto". Não estou. O governo é que exagera na empulhação. E volto, então, ao início dessa conversa. Não se mata a democracia do dia para a noite. Seu último suspiro é apenas o ponto extremo de uma longa trajetória.  Se é um regime de liberdade o que queremos, pautado pelos códigos legais que nos fazem também um estado de direito, então o decreto de Lula há de ser alvo do nosso repúdio. E ele tem de ser expresso agora, não depois, antes que se multiplique em projetos de lei num Congresso que já não morre de amores pela imprensa.

A Confederação Nacional de Agricultura, felizmente, reagiu ontem com firmeza. Numa entrevista, a presidente da entidade, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), não poderia ter sido mais exata: "Quando o governo apresenta um documento de intenções dificultando e obstruindo a urgência em reintegrar posse e concessão de liminares, de certa forma, está apoiando os movimentos criminosos que invadem terras, e isso nós não podemos permitir" (no Jornal Nacional, aqui).

Ditosos produtores rurais que têm uma entidade atenta a seus direitos - notando que o decreto ameaça quaisquer propriedades, também as urbanas. Já a imprensa pisa nas próprias liberdades distraída.

É que os esbirros do petismo que defendem a criação da  "Comissão da Verdade" estão tão imbuídos do espírito humanista que não se importam nem mesmo em recorrer à mentira para fazer o que entendem ser "justiça".



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