Vejo lá e ponho aqui

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Yakisoba (焼きそば) Japanese Fried Noodles


Sep 21st, 2009
by Asawa.

Dec 2008 036Yakisoba is a popular Japanese dish for all the generations. It is also a typical dish sold at food stalls in Japanese festivals. There are many yakisoba recipes out there (Such as the one described in the noodle package, home recipe etc.) but for me this recipe which I learned from a TV show is the best way to cook REALLY GOOD yakisoba.  I slightly customized it to my taste!  Once you learn how to cook  Yakisoba, you will never settle for the instant variety again!

It is also very easy to do.  So easy that I can entrust the cooking to Kaeru without worrying about stomach problems.

Ingredients (serves 1):

  • 60-80g (2-3 pcs) Cabbage Leaves
  • 40g sliced pork *Preferably bara niku (back ribs/ ばら肉)
  • 1 pack fresh Yakisoba noodle *There are dry and fresh types of yakisoba noodles. Fresh ones are used for this recipe. This type is usually sold in individual square shaped packages (see the photo below). When you take it out from the package, try to keep the shape!Dec 2008 019
  • 20ml Worcestershire sauce or  Powdered Yakisoba sauce mixed with 20ml water*Powdered Yakisoba sauce is available at supermarkets. Usually, a packet is already  included in the noodle pack.
    Powder Yakisoba sauce mixed with water

    Powdered Yakisoba sauce mixed with water

  • 1 small spoon cooking oil
  • 40 ml hot water

Cooking:

1. Cut cabbage leaves coarsely and cut pork  into 2-3 cm pieces.

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2.  Spread cooking oil in the pan and put the Yakisoba noodles in before you start heating. Fry one side of Yakisoba noodle for 2min over medium heat. *No need to stir.

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3.  Flip and fry the other side of noodle. Fry pork until it is cooked.

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4.  Add cabbage leaves and hot water and cover the pan. Turn up the heat and cook for 1 and a half mins.

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5.  Remove the cover, add sauce then mix. Stir for 30 seconds.

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6. Transfer to a bowl then serve hot! Ittadakimasu!

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Posted in: Asawa's Recipes, Food.

domingo, 20 de setembro de 2009

Fábrica de salchichas

03 set 2009 | por Duquian em vídeos às 2:23



Tema por Tropus Comunicação na Internet • Design por Evel Ryu

Na senda vestibular do crime

Ivan Lessa

Colunista da BBC Brasil

Ivan Lessa em ilustração de Baptistão

Na semana passada, foi divulgada a notícia de que os chefões da Yakuza, a organização japonesa que zela pelos interesses do crime organizado, passaram a instituir um sistema de exames para todos aqueles que desejam fazer uma carreira na profissão que escolheram.

Desconhece-se se a Máfia já seguia ou passou recentemente a seguir uma remodelação acadêmica nos mesmos moldes. Isso é válido tanto para a Máfia norte-americana quanto sua equivalente italiana, a bem dizer, a matriz da sistematização de ações coletivas condenáveis pela Justiça, que, como sabemos, é cega.

Alguns dos quesitos que os japoneses da Yakuza passaram a exigir de seus aspirantes acabaram por vazar e foram publicados em alguns jornais europeus. Conseguimos, num esforço de reportagem virtual, colher algumas das perguntas feitas.

. O que sai mais caro: quebrar o braço de alguém ou infligir-lhe fratura pélvica?

. O descarregamento de lixo industrial é ilegal. Explique em menos de 450 palavras por que devemos continuar na empreitada apesar de tudo.

. Enumere alguns golpes nas instituições bancárias que as leis japonesas não condenam. Sublinhe-se que assassinar o gerente de um banco NÃO consta da lista.

. Um lutador de sumo decadente, alcoólatra e meio bobo, encontra-se sob a sua proteção e conta com seu patrocínio. Dentro de 10 dias, ele deverá enfrentar o campeão dos campeões desta modalidade desportiva. Diga quem irá vencer a contenda.

. Sob que circunstâncias você daria a seu superior imediato em nossa organização o seu próprio dedinho mínimo numa pequena caixa laqueada?

***

Segundo consta, a inovação de nossos irmãos nipônicos deverá em breve, ouço dizer, chegar às margens brasileiras. Especificamente às margens do Rio de Janeiro. Ainda mais especificamente, subindo os morros onde se encontram as favelas mais perigosas da cidade.

Assim como as "fashion weeks" (assim mesmo) chegaram às nossas terras, a inovação está sendo estudada pelas devidas organizações também chamadas de "crime organizado", ou, como eles preferem se apodar, "Os Traficantes", que, acompanhando a marcha progressista do país em seus vários programas oficiais ("Fome Zero", "Bolsa Família", "Primeiro Emprego", "Brasil Sem Homofobia etc.), pretende, muito em breve, instituir programa próprio já batizado como "Bandido Bom é Bandido Vivo".

À guisa de sugestão, conforme se diz nesses meios, seguem algumas possíveis questões para as provas.

. Qual a melhor arma para se enfrentar os "homi": caça francês, navalha Wilkinson ou Taurus cano longo calibre 38?

. O pré-sal age melhor injetado, cheirado ou sob a forma de supositório?

. Explique em menos de 500 palavras porque o crime compensa.

. Dê o nome de cinco autoridades que nos ajudam nessa compensação.

. Esboce um plano para o sequestro de um submarino nuclear com tecnologia francesa.

. Você tem diante de si um casal de turistas americanos, um garotão armado de prancha de surf e 3 componentes de uma banda funk. Responda quem deve ser eliminado primeiro e porquê.

. Quantas vezes você já viu Cidade de Deus?

. Em que hora do filme você mais chora?

. Você tem em seu poder 1 quilo de cocaína com um grau de pureza beirando os 90%. Especifique o melhor ingrediente a ser empregado em sua malhação: bicarbonato de sódio, leite em pó, salitre, arsênico ou farinha de milho?

. Dê ao menos uma origem etimológica da expressão "malhação".

. Segundo a reforma ortográfica, "filhos da p…" passa a ser escrito com ou sem hífen?

Os Correios, quem diria, perderam todas as cartas

do Ponte Aérea de xicovargas

Com seu jeito especial de contar histórias, o jornalista Paulo Francis tinha uma que ilustrava o respeito que os americanos devotavam à correspondência e aos serviços dos correios. Certo dia, escrevera uma carta em que enumerava um conjunto de razões para não atender a um pedido que lhe haviam feito. Eram tempos pré-email. Desceu do apartamento e a depositou na caixa de correio da esquina. Quando chegava em casa, de volta, lembrou de uma frase importante que havia esquecido de botar na carta. Correu à esquina e deu de cara com o carteiro, que já tinha transferido o conteúdo da caixa para sua sacola e tratava de passar o cadeado. Francis explicou o que se passava e pediu a carta de volta. Afinal, era só o postman enfiar a mão no malote e resolver a questão. Mas tudo o que obteve foi um respeitoso "desculpe, senhor, mas sua carta agora está sob a guarda do governo dos Estados Unidos".

Conto-lhes isso porque naquelas pesquisas que, ano sim, outro não, mostram o que a população pensa a respeito do Brasil que a cerca os Correios há décadas fazem bonito. Na mais recente – início do ano – alcançou 85% de confiabilidade; acima do real, a moeda que mudou a vida dos brasileiros. Mas como nada no Brasil resiste ao sucesso, na sexta-feira, 11, os Correios conseguiram perder uma camioneta carregada de correspondência. Foi encontrada na segunda-feira, 14, graças ao telefonema de um ouvinte da rádio BandNews FM, que achou esquisito ter um enorme furgão dos Correios inerte e depenado diante de sua casa o fim de semana inteiro. Espiou pelas janelas quebradas e viu centenas de cartas e correspondências diversas espalhadas no interior.

A partir do telefonema, graças à repórter Juliana Ramos, os cariocas ficaram sabendo que nem a empresa sabia do sumiço do furgão. Até as 16 horas da segunda-feira não havia instalado uma operação interna para apurar qual dos seus funcionários tinha perdido para assaltantes um carro com tão preciosa carga, na rua Ari Villar, na Pavuna. Também não havia registro na Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis ou qualquer outra repartição da Polícia Civil. A ECT, Empresa de Correios e Telégrafos, é a mesma que, mês passado, obteve do STF a manutenção do monopólio para o transporte de cartas pessoais e comerciais.

Esse serviço rendeu à empresa 5,7 bilhões de reais em 2008 – metade de seu faturamento. Em defesa do monopólio, o ministro das Comunicações, Helio Costa, teve reuniões reservadas com ministros da Corte. Também disse aos jornais que a eventual entrega da tarefa à iniciativa privada comprometeria o sigilo postal e a obrigatoriedade da entrega. Diante do ocorrido pode-se concluir que sua excelência se presta a qualquer papel, não?

Mahjong, você sabe jogar?

do China Trade Center - Arte e Cultura de China Trade Center

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Jogo de mesa de origem chinesa, começou a ser exportado para o mundo todo por volta de 1920. O Jogo composto por 144 peças, chamadas também de pedras, tem origem milenar , descendente de óraculos chineses, que registravam regressões do Sol, Lua e planetas utilizando um tabuleiro, para prever a posição dos corpos celestes.

Pode ser jogado por 2, 3 ou 4, a maneira mais popular. Sua facilidade, oportunidade de socialização quando se  está jogando, adaptabilidade , tornaram o jogo tão popular não só na China como em toda a Ásia.

O objetivo do jogo é formar 4 combinações mais 1 par de pedras. O jogador que fizer isso primero, recebe uma determinada pontuação dos outros jogadores da mesa.

Há jogos ocidentais como o Rummy ou a Canastra(Buraco) que se assemelha mao Mahjong, no que se se trata de criar conjuntos com as peças , como uma seqüência de três pedras do mesmo naipe, três ou quatro pedras iguais. As flores e as estações que dão pontos extras não são utilizadas em todas as versões do jogo.

Cada um dos 4 jogadores recebe um nome : Norte, Sul, Leste ou Oeste. O jogador "Leste" tem a vantagem de receber sua pontuação em dobro porém, caso esse jogador perca as posições de cada jogador mudam, ao ponto que outro jogador passa a ser "Leste" e assim sucessivamente , num movimento anti-horário.

As combinações de pedras váriam, podendo ter pontuações diferentes para cada pontuação.

Os vexames de Dezembro


No Palmeiras existe uma unanimidade entre os conselheiros.

Todos querem a saída do Pinóquio, diretor de Marketing, Rogério Dezembro.

O mesmo que disse ao jornal Lance ! que o patrocínio anterior do clube era de R$ 19 milhões, mas que depois foi desmascarado por este escriba, com a publicação da ata de uma reunião, demonstrando o valor real, de R$ 8 milhões.

Recentemente, Dezembro tentou fechar um contrato para os calções do clube, esquecendo-se que não possuía competência para isso, pelo "simples" fato dos direitos serem da atual patrocinadora.

Mais um vexame.

Belluzzo, leal, insiste em segurá-lo.

Até quando ?

domingo, 13 de setembro de 2009

Undokai Timelapse



We had the seasonal fall undokai (運動会, or Sports Day) at school on Wednesday, and I grabbed a golden opportunity. I asked for permission to shoot a timelapse video from the 3rd floor of the school building nearest the athletic grounds. When I had secured permission, I asked if I could borrow a tripod from the school and they found one. (Mine is currently living elsewhere and I’m attempting to purchase a Gorilla pod to replace it anyway.)

On the morning of the event I placed the camera and started recording just after the morning staff meeting. I locked the classroom door and left the camera to slowly capture one frame every ten seconds. After we finished cleaning up and before the post-event celebratory drinking party, I went back to stop the recording and retrieve the camera. I was more than pleased with the results. What do you think? Cool, right?

Pombo trafega dados mais rápido que a Internet na África

do O Velho

Uma empresa de TI Sul Africana, irritada com os serviços de Internet oferecidos pela maior provedora de Internet Africana - a Telkom, conseguiu provar que a transferência de dados oferecida por eles, com a tecnologia ADSL é mais lenta que feita por pombo-correios.

Os caras amarraram um cartão de 4Gb de memória na pata do pombo, que foi solto no momento em que se iniciou um "download" dos mesmos dados, por um dos escritórios da empresa, distante 80Km.

Enquanto Winston, o pombo de 11 meses de idade, levou uma hora e oito minutos para voar os 80 kilômetros, foram necessários duas horas e seis minutos para que apenas 4% fossem transferidos por download! Leia a matéria e veja um filme na BBC.

Essa copa do mundo será bem interessante...

Fonte: Info Abril

Hospitais do Rio são ameaça à saúde do carioca

do Ponte Aérea

É tão assustadoramente podre a situação da assistência de saúde no Rio que estado e prefeitura podem inaugurar quantas UPAs quiserem que o equilíbrio continuará longe. A gestão é ruim e a mão-de-obra desmotivada e desqualificada. Dezenas de prefeituras trocaram investimento em saúde por ruas asfaltadas. É mais vistoso, dá voto e, na falta, não dá para transferir a culpa. Melhor empurrar o doente para os hospitais da capital.

Aí começa a encrenca. A referência é o Souza Aguiar, que a médica Maria Emília Amaral transformou no maior centro de atendimento de urgências da América Latina. Mas isso foi há 13 anos. Hoje é um lixo. Está possivelmente a caminho de se assumir a liderança em óbitos no continente. Funcionários do hospital relevelam que, nos últimos cinco anos, a média de mortes dobrou: de 100 para 200 por mês. Nada animador, pois não?

A precariedade é tamanha que, nesta sexta-feira, 11, as crianças internadas no CTI da Pediatria começaram a ser transferidas para outros hospitais da rede. Motivo: falta de médicos. Da equipe prevista de 20 profissionais 14 entraram em licença ou pediram o boné porque a cooperativa através da qual recebem salários não vê a cor do dinheiro há quatro meses. Dos seis médicos que sobraram nessa conta nenhum estava escalado para o plantão do fim de semana.

Mas não mora apenas na rede municipal a falência da saúde que se oferece ao carioca. Governos estadual e federal são donos da maior fatia dessa conta. A faina de instalar UPAs para pagar promessa de campanha caminha para circunstância grotesca. Como são unidades ambulatoriais e de triagem, todo paciente cuja doença exige cuidados mais complexos acaba caindo no cenário pré-UPA (falta de ambulância, de médicos, de equipamentos e até de remédios nos hospitais), que não melhorou em nada.

Nos hospitais da rede federal pouco ou nada mudou desde 2005, quando o ministro Humberto Costa espalhou hospitais de campanha pelas praças para a platéia ver e aplaudir. O ministro de hoje, José Gomes Temporão, que pretende tungar mais 12 bilhões de reais com a CSS, não consegue gastar nem o que lhe puseram nas mãos para investir na saúde dos brasileiros. Dos 3,7 bilhões de reais autorizados para investir até agosto de 2008, sua excelência não passou dos 387,7 milhões de reais e, dessa grana, só pagou 4,29% (158,7 milhões).

Como saúde não ocorre por mágica, o resultado está aí na vida do carioca. Os hospitais públicos estão aos pedaços. Nos últimos seis meses tornou-se conversa recorrente entre os médicos o número crescente de equipamentos quebrados – ou desregulados por falta de manutenção – em hospitais que já foram referência em determinados tratamentos. No Inca, o Instituto Nacional do Câncer, procurado por pacientes de todo o estado, as queixas são contra as máquinas de radioterapia, que queimam pacientes ou lhes deixam com efeitos colaterais muito maiores e mais graves.

Não se trata, no entanto, de fenômeno exclusivo do Inca. Os oncologistas da cidade estão preferindo encaminhar seu pacientes para Duque de Caxias, onde está instalado o mais novo (e aparentemente único) equipamento confiável no estado para irradiar tumores de cabeça. Só no final janeiro chegará o encomendado pelo hospital Quinta d’Or, da rede privada.

Outra dessas antigas referências na saúde do carioca é o HSE, o Hospital dos Servidores do Estado. Hoje, excetuada a neurocirurgia, resta escassa lembrança de qualidade nos serviços. Sem contar que as últimas direções da casa têm sido contemplativas em relação a um crime contra a população. Ao lado do hospital – e sob sua jurisdição – foi erguido um prédio chamado Instituto de Neurociências. Custou 10 milhões de reais, esteve prontinho para funcionar e nunca lhe abriram as portas. Poderia ter feito 120 cirurgias de cérebro por mês, desde 2003. Virou entulho porque foi posto em pé pela administração Serra.

O escândalo é tão grande que já atraiu a atenção da Polícia Federal. Hoje rola uma investigação que, embora não se saiba ainda onde vai bater, envolve figurões do hospital e, por enquanto, uma empresa fornecedora de equipamentos. Nada, porém, que alivie a dor do contribuinte.

When is Wasabi not Wasabi?

Sushi Items - Wasabi


Wasabi - This Wikipedia and Wikimedia Commons image is from the user Chris 73 and is freely available at http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:WasabiOnOroshigane.jpg under the creative commons cc-by-sa 2.5 license. 

Wasabi (wah-sah-bee), often incorrectly called Japanese horseradish, is among the most misunderstood yet integral aspect of the sushi experience. What looks like a lump of green putty is a very complex, spicy yet sweet complement to your sushi meal. This sushi (and noodle) accompaniment provides a bounty of flavor, spiciness, and a dash of color to your dish while enhancing the subtle flavor of the fish.

So what is wasabi? Wasabi is a plant grown primarily in Japan with nascent horticulture now in the Pacific northwest of the US. The root (technically a rhizome) is ground and used in foods to add spiciness and flavor. It is a difficult plant to grow, requiring a rocky stream or riverbed and the proper mix of nutrients, and is therefore a somewhat rare commodity. Wasabi, traditionally reserved for sushi and noodles, is now being incorporated into a plethora of foods; however, 'wasabi' flavored items are not always actually wasabi flavored.

When dining and served wasabi with your sushi, the wasabi you are served is not always what it seems. Due to a high demand and limited supply, what is often served with your sushi is a mix of American horseradish, mustard and coloring, which the Japanese call seiyō wasabi ("western wasabi"). This is because real wasabi can be hard to find or very expensive outside Japan (up to $100/lb). Wasabi is also sometimes powdered and reconstituted with water, and while this is sometimes served as well, the volatile compounds that make wasabi so unique are lost when the rhizome is powdered, so what you end up is an inferior product (which too is often mixed with American horseradish). If you would like to be sure what you have, you can ask your wait staff if what you are served is 'real wasabi' or 'fresh wasabi' and if not, if it is available. If you are served putty, more than likely it is not real. Real wasabi is grated (traditionally on a sharkskin grater called an oroshi) and looks as such. Fake wasabi is not and does not. Just ask your wait staff for 'fresh wasabi' and if they have the real thing, they will usually return with a dish with a grated pile of the real thing, which is a very different experience from fake wasabi. If you are buying wasabi in store, read the label to determine if you have real wasabi or something else.

Real wasabi has a fruity and vegetal fragrance, with a spiciness that does not linger and serves to enhance the flavor of the fish. It has a bouquet and sweetness that stimulates the palate with balanced heat. It does not hit with the intensity that fake wasabi does, and the spiciness quickly dissipates into the sweet vegetal flavor that is a perfect companion to sushi. The hotness of wasabi is experienced more in the sinus than the tongue and is often an acquired taste.

Wasabi has shown in studies to be anti-microbial and possibly anti-carcinogenic, the former may be why it has long been eaten with raw fish, which in the past was not handled with the care it is today. It is also suggested that it may have anti-inflammatory and blood thinning properties, both useful to the medical community. It is even used in toothpaste in Japan for its anti-bacterial properties!

As you can plainly see, wasabi is a unique plant and more intriguing food. While a mystery to many, this sushi side item is actually very important to many sushi connoisseurs. If you have the opportunity to try the real thing you should be pleasantly surprised. This rare commodity is a spicy treat that is finally being given the praise it deserves as it spreads throughout the food community.

N.B. You can buy real wasabi at Catalina Offshore Products (among other sushi grade seafood).
                                                                

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