Vejo lá e ponho aqui

sábado, 7 de novembro de 2009

O que é pior para o meio-ambiente: ter um cão ou uma picape SUV?

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New Scientist

took a look at the relative carbon impact of owning a dog (or cat, or hamster) and owning an SUV like a Toyota Land Cruiser. The results, plotted in the chart above, may surprise you. Take a look at the original article to see if you agree with the methodology, or if you can even put an environmental price on your furkid.

Ultimamente tenho visto comparações como essa por aí. A princípio bem intencionadas (como vegetarianos dizendo que comer carne é pior do que ter um carrão bebedor-de-gasolina) começo a sentir um cheiro de campanha da indústria automobilística.

Mas as comparações vão direto ao ponto de que para nós é muito mais fácil sempre seguir medidas simples como “comprei um carro mais econômico” do que outras drásticas, de longo prazo, porém mais eficientes como não comer carne.

Japanese Pharmacies


Currently in the pharmacy picking some cleaning stuff. One of my responsibilities is cleaning the office toilets - the skid marks and splashes around the rim and on the floor left by everybody who uses and visits the office. When I'm done with my business, I usually wipe up afterwards. Many he-men may boast about being a good aim but completely fail to think about the splashing from inside of the bowl. If you are visiting our offices and need a leek, please wipe up after ^^; MIRAI株式会社でトイレ掃除を担当しています。いろんな人がうちのトイレを使っていますが、飛んだおしっこを拭く人はあんまりいない^^; ちゃんと拭いとけよ!^^;

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A UNIVERSIDADE E O BOTECO

Clicando aqui, você assiste à reportagem que o Fantástico fez com Geyse Arruda, a garota agredida na Uniban. Também dá pra ver o seu famoso “vestido vermelho”. É de bom gosto? Não é! Adequado a uma escola? Não também! Mas daí a ofender a moral dos linchadores? Agora, se despertou o ânimo dos “machos” alfa, que resolveram atuar como chimpanzés estupradores, então todas as mulheres da Uniban correm risco.

A reportagem do Fantástico mostra cenas de uma outra aluna sendo agredida porque se negara a participar de um protesto de estudantes. A turba avança sobre o seu carro. Aconteceu em abril. Ela se afastou da universidade. Ninguém foi punido.

Leia este trecho da reportagem do Fantástico:
Esse alunos podem ser expulsos da faculdade?
“No momento, eu não estou enxergando esse nível ou essa proporção. O que a comissão de sindicância está apurando até agora é que o incidente foi extremamente localizado”, conta o Vice-reitor da Uniban, Ellis Wayne Brown.
Sobre a agressão sofrida pela estudante de educação física, mostrada no início da reportagem, a universidade argumenta:
“Toda vez que se instala um campus. A primeira coisa que aparece é um monte de barzinho em volta. Há uma movimentação muito intensa e a maior parte não é ação dos alunos”.

Comento
Com a devida vênia, o sr. Ellis Wayne Brown ou não sabe português ou, sabendo, apenas não sabe o que diz. Se o incidente foi localizado, como ele afirma, fica ainda mais fácil expulsar. O diabo, senhor vice-reitor, é que não foi localizado, não. E sua escola tem problemas. E o senhor pode não ser o menor deles.

“Não está vendo motivos para expulsão”? O que é preciso fazer na Uniban para ser expulso? Agredir, como se nota no caso da ocorrência de abril, pode? Ameaçar de estupro também pode? Achincalha, humilhar, molestar, tudo isso pode?

Sr. Brown, o que é que não pode fazer na Uniban? E estudar? Pode?

O vice-reitor culpa os bares à sua volta. É mais um desses fatalistas trágicos que acreditam haver forças superiores às quais alguns homens não podem resistir: e o boteco seria uma delas. Ele certamente vive a ilusão de que, se os bares no entorno de sua universidade fossem proibidos, aquela selvageria não aconteceria. Isso significa que ele elegeu um oponente preferencial para os cursos que ministra lá: eles concorrem com o boteco. E, a julgar pelo seu juízo, com desvantagem: Boteco 1 X Uniban 0.

Lamento, mas o placar parece falso. Desconhecem-se cenas de selvageria nos bares que cercam a Uniban. Mas, no ambiente da universidade, há casos cabeludos. A postura do vice-reitor, creio, pode explicar por que aquelas cenas aconteceram e, infelizmente, podem voltar a acontecer.

Algo de muito ruim se passa na Uniban. E, intuo, não é só lá. O que será que seus, como chamarei?, consumidores entendem que seja exatamente uma universidade?

A porta de saída do Bolsa Família é um caixão

O Bolsa Funeral, que o governo pretende agregar ao Bolsa Família, é uma tentativa de recuperar, num novo formato, uma prática antiga da política brasileira: o morto que vota.

Como é mesmo?

Vai transar? O governo dá camisinha.
Não quer engravidar? O governo dá pílula.
Já transou sem proteção? O governo dá pílula do dia seguinte.
Engravidou? O governo dá o aborto.
Teve filho? O governo dá o Bolsa Família.
Tá desempregado? O governo dá o Seguro Desemprego.
Vai prestar vestibular? O governo dá o Bolsa Cota e o ProUni.
Quer morar? O governo dá o Bolsa Moradia.
Não tem terra? O governo dá o Bolsa Invasão e ainda aposenta o invasor.
Vai morrer? O governo dá o Bolsa Caixão.

Como se nota, o norte conceitual dessa prática é a estatização do indivíduo do tesão dos pais à própria morte. E, assim, uma boa parte da sociedade brasileira vai se tornando prisioneira dos grilhões da virtude, da cadeia do “bem comum” garantida pelo estado.

Há um quê de condenação nessa história. Sempre se reclamou uma porta de saída para o Bolsa Família — e Lula, sem dúvida, está arranjando uma. O estado, como se nota, empacota o indivíduo do primeiro flerte dos progenitores à hora final.

Escrevi certa feita que o brasileiro da utopia estatista precisa do governo até para cuidar das chamadas questões intrafemurais. E acrescentei: “Mais um pouco, e teremos nestepaiz o Ministério do Encontro do Piopio com a Borboletinha“. Pois é. Foram mais longe: já temos a MorteBras.

Turma do Madureira


Fui alertado por um leitor do blog sobre um fato realmente estranho.

Todos sabem que Marcelo Teixeira e V(W)anderlei(y) Luxemburgo fazem parte da chapa de situação para as eleições do Santos.

Assim como, é de conhecimento público, que o espaço que a equipe da Vila costuma ter nos programas de esporte da BAND é pífio.

Mas de uns dias para cá tudo mudou.

Nunca se falou tanto de Santos no programa do meio dia.

Elogios a Luxemburgo, comentários sobre a plataforma de campanha de Teixeira, tudo é motivo para citar as “proezas” desta turma.

É bom ficarmos de olho.

Pinga dos Empresários


O Corinthians lançou a “Pinga do Timão”, mas quem está por trás do negócio é um grupo de empresários de atletas.

A CASE SPORTS, responsável pela comercialização, é de propriedade de “Caximbo” Curioletti e Renato Serrano, ambos intermediários de atletas.

O primeiro deles foi jogador da Seleção Brasileira de Futsal.

Trabalham interligados à empresa MFA Assessoria Esportiva, de propriedade da agente FIFA Mariana Ferri Aidar, neta do ex-presidente do São Paulo.

Luis Paulo Rosenberg foi o responsável por esta negociação.

Tudo agora começa a fazer sentido.

Média de público até o momento

39.092 Atlético-MG32.896 Flamengo
22.787 São Paulo
20.496 Corinthians
19.475 Sport
19.432 Grêmio
18.047 Palmeiras
17.997 Cruzeiro
17.900 Internacional
16.212 Coritiba
15.843 Fluminense
15.768 Atlético-PR
13.739 Náutico
13.321 Vitória
12.620 Botafogo
11.737 Goiás
9.974 Avaí
9.346 Santos
5.284 Santo André
3.454 Barueri

Luxa

Ao torcedor do Santos Futebol Clube

Cada vez mais me convenço que estou certo em acreditar que para o bem do Santos a sequência do trabalho do Marcelo Teixeira torna-se imprescindível. Essa oposição ao ser questionada da sua capacidade de conhecimento de gestão no futebol descambou para ataques pessoais à minha pessoa.

Como pessoa física já tive vários empreendimentos, alguns deram certo outros não, mas dentro da minha profissão de técnico e gestor de futebol eu só quero lembrar sem ser arrogante o que já conquistei ao longo da minha carreira, montando sempre desde o início grandes times que deram retorno técnico, financeiro e que se tornaram inesquecíveis na memória dos torcedores e daqueles que gostam de futebol.

Eu não quero entrar na vida pessoal de ninguém, porque nós sabemos que cada cidadão carrega consigo os seus problemas. Tem pessoas que são infelizes no casamento e infelizes no lado profissional. As vezes casando e descasando até sete vezes. E até não vou discutir a competência profissional de uma outra área que não seja futebol porque o candidato a vice da chapa opositora é secretário de Saúde de Santos, onde recentemente aconteceu um problema muito grave, sendo matéria negativa em jornal nacional expondo a cidade de Santos ao Brasil inteiro. Se é para discutir isso, será que ele é preparado para gerir o Santos FC da mesma forma como faz com a saúde da cidade de Santos?

O que eu quero é que esta discussão não exista, ela é ruim. Temos que falar de futebol, onde eu tenho uma história no Santos Futebol Clube desde 1997, com o presidente Samir, em um trabalho reconhecido por quase todos os santistas. Dei o pontapé inicial junto com o parceiro da época para começarmos a operacionalizar o centro de treinamento da forma que é hoje e fizemos a recuperação do campo da Vila Belmiro, reconhecido por todos como o melhor gramado do Brasil.

Dando sequência às minhas passagens pelo Santos juntamente com o Marcelo Teixeira construímos toda a estrutura necessária para os atletas praticarem futebol profissional. E além da estrutura fizemos equipes que ganharam títulos, revelando para o mercado de futebol grandes talentos.
Eu só estou discutindo a permanência do Marcelo Teixeira no Santos porque eu nunca fui de ficar em cima do muro. Sempre tomei decisão na minha vida, certa ou errada. Eu entendo que para o Santos Futebol Clube, que independente da minha continuidade ou não, o melhor é a permanência do atual presidente.

Ao torcedor santista e à chapa de oposição do Santos: Esse é o Luxemburgo detentor de títulos e gestão de futebol.

Currículo
Campeonato Capixaba (1983), 7 Campeonatos Paulistas (1990/1993/1994/1996/2001/2006/2007), Campeonato Mineiro (2003), Copa do Brasil (2003), 2 Torneios Rio-São Paulo (1993 e 1997), 5 Campeonatos Brasileiros (1993, 1994, 1998, 2003 e 2004), Copa América (1999) e 1 Torneio Pré-Olímpico (2000).

Gestão de negócios
Bragantino - Valorização de atletas, conquista de título e quatro jogadores convocados de uma só vez para a Seleção Brasileira.
Palmeiras/Parmalat - Retorno técnico e retorno de imagem para a empresa, além do retorno financeiro expressivo com venda da maioria dos jogadores para o exterior
Cruzeiro - Conquista da Tríplice Coroa e retorno financeiro (oito jogadores das divisões de base, em sua grande maioria, vendidos para o exterior).
Corinthians - Campeão Brasileiro e na sequência, com Oswaldo de Oliveira (ex-auxiliar técnico), Campeão do Mundial. E valorização dos jogadores.
Santos FC em 2004 - Conquista de título e valorização dos jogadores (em especial do atleta Robinho).
Esses e entre outros muitos trabalhos feitos e realizados.

OBS: Juca Kfouri, pega uma carona e coloca no seu blog uma cópia do meu currículo e guarda contigo. E pode continuar me atacando pessoalmente. Tenho inimigos enrustidos, mas pelo menos você é um inimigo declarado. Melancólico e triste, é bem verdade.

Por Vanderlei Luxemburgo às 13h39

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Bandidos palestram no Palmeiras


Luis Gonzaga Belluzzo, de maneira deplorável e inexplicável, permitiu que a Mancha Verde, comandada pelo desqualificado Paulo Serdan, pressionasse os atletas do clube em Atibaia.

Pior do que isso, os jogadores foram "vítimas" de uma palestra (acreditem!) ministrada por estes bandidos.

Um erro lamentável e que, sem dúvida, serviu para deixar o elenco com a sensação de estar desprotegido e entregue à fúria destes animais de arquibancada.

Belluzzo, a quem reputo um homem de bem, não pode permitir que isto aconteça em uma reta final de Brasileirão.

Qual a vantagem que ele trouxe ao grupo com esta atitude ?

Realmente uma vergonha.

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