Vejo lá e ponho aqui

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Smoke on the Water

http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=9874

[15-01-2010]

E lá se vão 38 anos do lançamento de "Smoke on the Water" do álbum Machine Head do Deep Purple. A música é famosa por ter um dos riffs de guitarra mais conhecidos e tocados da história do rock e tem uma história por detrás dela que poucos conhecem:


A letra da canção fala de uma história verídica que acon teceu em 4 de dezembro de 1971 quando o Deep Purple chegou em Montreux, na Suíça, para gravar um álbum usando um estúdo de gravação móvel (alugado dos Rolling Stones chamado de "Rolling truck Stones thing" e "the mobile" na letra da música) no complexo de entretenimento que fazia parte do Cassino de Montreux ("casa de apostas", na letra).

Na véspera da sessão de gravação um show de Frank Zappa e The Mothers of Invention foi realizado no teatro do cassino e, durante o show, iniciou-se um incêndio no meio do solo de sintetizador de "King Kong" quando alguém na plateia disparou um sinalizador (flare gun) para o teto de vime -o que é mencionado no verso "some stupid with a flare gun", "um idiota com um sinalizador"-.

O incêndio destruiu todo o complexo do cassino, juntamente com todo o equipamento do Mothers. A "fumaça na água" que se tornou o título da canção -creditado ao baixista Roger Glover- referia-se à fumaça vinda do fogo, que se espalhou pelo lago de Genebra a partir do cassino em chamas, enquanto os membros da banda assistiam a cena do hotel, do outro lado do lago, onde estavam hospedados. O "Funky Claude" que, segundo a letra, "entrava e saía correndo" (running in and out) é Claude Nobs, diretor do Festival de Jazz de Montreux, que ajudou parte da plateia a fugir das chamas.

Aumenta que isto aí é Rock in Roll:

Para que gosta do bom e autêntico rock, tem ainda uma versão de "Smoke on the Water" que é uma pérola interpretada pelo Deep Purple com Bruce Dickinson, Janick Gers e Nicko Mc Brain do Iron Maiden gravado em 7 de setembro de 2002 em Londres, neste link.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Só 262 dias.

Se José Serra(PSDB-SP)vencer, como tudo indica, a eleição no primeiro turno, faltam apenas 262 dias para que o Brasil fique livre do Lula. Depois de eleição não tem mais governo. Tem transição. Portanto, vamos tapar o nariz, fechar os olhos, ter cuidado com a lingua porque nada, nada mesmo, absolutamente nada pode ser pior para o país do que a quadrilha vencer a eleição presidencial.


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É TUDO “MINTCHURA” - A BILIONÁRIA INDÚSTRIA DA ANISTIA E SEUS VIGARISTAS

Caros,

Neste momento, 14h21, há 237 comentários na fila. Tenham um pouquinho de paciência. Estou conversando com algumas pessoas para tentar entender certos imbróglios estrelados pelos companheiros. Sigamos.

A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça poderia ter uma nobre tarefa: reconhecer a culpa do estado naqueles casos em que pessoas, já rendidas, foram torturadas ou mortas. Em vez disso, ela se transformou numa comissão de revisão torta da história e de distribuição de prebendas. Ontem, viveu o seu momento mais patético.

Os irmãos João Vicente e Denize Fontella Goulart, filhos do presidente João Goulart, vão receber, cada um!!!, R$ 244.800 (480 salários mínimos). Neusa, José Vicente e João Otávio, filhos de Leonel Brizola, serão indenizados, respectivamente, em R$ 153.000 (300 salários mínimos), R$ 107.100 (210 salários) e R$ 91.800 (180 salários). A coisa não parou por aí. Outros 11 filhos - E NETOS!!! - de pessoas que saíram do Brasil por causa do Regime Militar terão direito à indenização. Luiz Carlos Ribeiro Prestes, um dos filhos do líder comunista Luiz Carlos Prestes, receberá R$ 153 mil.

Jango, Brizola ou Prestes não foram "torturados" durante o regime militar. O caso do filho de Prestes, de certo modo, é o mais escandaloso politicamente, embora ele seja o mais "pobre" da turma. Quem torturou seu pai foi o primeiro governo de Getúlio Vargas. Prestes, bom comunista, não via grande problema nisso diante da "luta", não é? Tanto é que saiu da cadeia e subiu no palanque de Getúlio porque entendeu que aquela era a melhor maneira de continuar a sua luta "antiimperialista?".

Seu filho, agora indenizado, foi estudar na União Soviética, que Prestes entendia ser a verdadeira pátria da "nação proletária", da qual ele fazia parte. Tanto é assim que foi estrela de um dos atos mais covardes da história republicana: a Intentona Comunista de 1935. Prestes perdoou Getúlio, que lhe desceu o sarrafo — "o que importa é a política, camarada!" —, mas seu filho não perdoa o regime militar, que não encostou num fio de cabelo do pai.

Já a indenização aos filhos de Jango e Brizola é só escárnio mesmo; nem traz o sabor especial da contradição política. Não sei como andam as finanças das duas famílias. Eram milionárias antes do golpe militar e seguiram sendo depois. O que quer que tenha acontecido com a fortuna de ambas não tem qualquer relação com o regime de 1964. Neusa, a Neusinha Brizola, até aproveitou a fama do pai governador para lançar sua carreira artística e posar de "maluca beleza". Lembram-se da música "Mintchura"? E quem será indenizado pelas muitas ilegalidades cometidas por Jango e Brizola antes de 1964?

Publiquei aqui a lista das 130 pessoas mortas pelos terroristas de esquerda. Ninguém tem direito a indenização, é claro. Nesse grupo, há pelo menos 10 pessoas que foram mortas pelos próprios "companheiros". E nesse caso? Cobrar reparação de quem?

É evidente que estamos diante da já bilionária indústria da anistia.



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Por que Avatar é idiota

Pôster AvatarQuase apanhei de minha esposa e filhas, quando souberam que eu chamei as pessoas que gostaram de "Avatar" de submentais. O que não me deixou surpreso, já que são mulheres, portanto cabeças de vento por excelência. Cabeças de vento dão desconto pra tudo em nome do "gracinha" ou "que bonitinho". O exemplo clássico é um poodle irritantemente latidor, merecedor de uma laringectomia sem anestesia. Se for "bonitinho", "gracinha", está perdoado.

Quem melhor expressou em palavras a imbecilidade de "Avatar" foi Luiz Felipe Pondé, o melhor colunista da Folha de São Paulo (alguém que vai além da mera sinceridade, suspeito é que tem prazer em ser desagradável mesmo). Ele o fez em duas colunas, "O romantismo idiota de Avatar" e "Viva o Brasil capitalista!". Esta segunda não fala do filme, mas serve bem ao propósito.

A ideia central de "O romantismo idiota de Avatar" é a incoerência da natureza selvagem como "bonitinha". Em "Viva o Brasil capitalista!" Pondé comenta um livro ("Guia politicamente incorreto da história do Brasil", Leandro Narloch, Ed. Leya) em que confronta a moda intelectual pseudoesquerdista do momento, pela qual os portugueses teriam sido "invasores", quando na verdade foram "libertadores" de nossa condição primitiva ("nossa" como se fosse possível falar em "brasileiro" desconsiderando a mistura portuguesa). Quando duas culturas trombam de frente, vence a mais avançada. E "mais avançada" é bom, a despeito do que pensem primitivistas teóricos (primitivistas teóricos sabem tudo sobre culturas primitivas, de dentro de suas fartas bibliotecas com ar-condicionado e o Google, que ninguém é de ferro). Se há algo que brasileiros devemos lamentar é que os portugueses, e não os ingleses, nos tenham achado primeiro (e olha que sou descendente direto de portugueses, da cidade de Mira, pra ser específico). Nada, nada, falaríamos uma língua mais inteligente e universal.



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Eles gostam mesmo é de dinheiro.

O que também ficou claro com a mudança do decreto do PNDH III, feita nos termos exigidos pelos militares, é que Lula, o PT e a sua "sociedade civil" não podem tudo. E que, quando confrontados, fogem, mostram a sua covardia histórica e escancaram que o tal "enfrentamento" que tanto pregam é apenas uma figura de retórica. O decreto que Lula reescreveu foi mais um "irrevogável" que revogou-se. O maior responsável, o revanchista Vannuchi, voltou para as suas férias, quem sabe em Cuba, gozadas a partir de um salário ministerial e de uma gorda indenização paga a ele paga à lei que ele queria mudar. Aliás, fica cada vez mais flagrante, especialmente pelo apoio da OAB da barba mal feita e dos dentes ruins, que como a Lei da Anistia já encheu os bolsos de milhares de "reprimidos" e "torturados", apressam-se a criar outros marcos legais, quem sabe para tomar mais alguns bilhões dos cofres públicos. Não é à toa que, ontem, começaram a pagar indenizações a filhos de exilados. Daqui a pouco veremos a Luciana Genro(PSOL-RS), a gadelhuda e goeluda deputada filha do Tarso Genro, embolsando um milhão porque o pai, antes do primeiro tiro, fugiu para o Uruguai fantasiado de prenda, como é contado no folclore gauchesco.

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A pandemia da gripe suína é uma farsa!

Entrevista com W. Wodard Presidente Alemão do Comitê de Saúde do Conselho Europeu


Swine flu vaccine  WHO  Wolfgang Wodarg

Interview with Wolfgang Wodarg: Swine flu: "They organized the panic"

in L'Humanite in English Translation

Wolfgang Wodarg's interview in France's L'Humanite translated into English by Carolyn Dunning.
Friday, 08 January 2010 11:40
http://www.humanite.fr/2010-01-07_Societe_Grippe-A-L-implacable-requisitoire-du-depute-Wodarg


New Development: The German President of the Health Committee of the Council of Europe, Wolfgang Wodarg, is issuing accusations against the pharmaceutical lobbies and the governments. He has intitiated the start of an investigation by that body concerning the role played by the pharmaceutical in the campaign of panic about the virus.

A straight forward interview.

Ex-member of the SPD, Wolfgang Wodarg is a doctor and epidemiologist. His request for a commission of inquiry into the role of pharmaceutical companies in the management of swine flu outbreak by WHO and the nation states was granted unanimously by the members of the Health Committee of the Council of Europe…

What made you suspicious about the influence of pharmaceutical companies had on the decisions being taken in respect of swine flu?

Wolfgang Wodarg. We are facing a major failure of national institutions responsible for warning about risks and responding in case a pandemic occurs. In April when the first alarm came from Mexico I was very surprised at the figures furnished by the World Health Organization (WHO) to justify the declaration of a pandemic. I was immediately suspicious: the numbers were very low and the alarm level very high. There were not even in a thousand patients when there was already talk of the pandemic of the century. And the alert was decreed extreme based on the fact that the virus was new. But the characteristic of influenza disease is to develop very quickly with viruses which take on new forms each time, by dwelling in new hosts, animal, human etc.

There was nothing new in itself to that. Each year a new virus of this "flu"type appears. In reality there was no reason to sound the alarm at this level. This was only possible because in early May the WHO changed its definition of a pandemic. Before that date there had to be not only a disease which had broke out in several countries at once but also one that had very serious consequences with the number of deaths above the usual average. This aspect was removed from the new definition, to retain the rate of spread of disease as the only criteria. And they claimed that the virus was dangerous because people had not been able to develop immunity against it. Which was false for this virus. Because it was observed that people aged over 60 years already had antibodies. That is to say they had already been in contact with similar viruses. That is why also there are virtually no people aged over 60 who have developed the disease. Yet those were the people who were recommended to be vaccinated quickly.

Among the things that aroused my suspicions there was therefore on one side this determination to sound the alarm. And on the other side, some curious facts. Such as, for example, the recommendation by WHO to carry out two injections for vaccines. That had never been done before. There was no scientific justification for this. There was also the recommendation to use only special patented vaccines. There was however no reason for not adding, as it is done every year, specific antiviral particles of this new H1N1 virus, "completing" the vaccine used for seasonal influenza. This was not done because they preferred to use patented vaccine materials that major laboratories had designed and manufactured to be ready in case of a pandemic developing. And by proceeding in this way they did not hesitate to endanger the persons vaccinated.

What danger?

Wolfgang Wodarg. To provide products rapidly, adjuvants were used in some vaccines, whose effects have not been adequately tested. In other words, they wanted absolutely to use these new patented products instead of developing vaccines according to traditional methods of production which are much simpler, more reliable and less costly. There was no medical reason for this. It was only for marketing purposes.

How could anyone justify that?

Wolfgang Wodarg. To understand we must return to the episode of avian influenza from 2005 to 2006. It was then that new international plans were defined for dealing with a pandemic alarm. These plans were officially developed to ensure rapid manufacturing of vaccines in case of an alert. This led to negotiations between pharmaceutical companies and governments. On the one hand the labs committed themselves to keep ready to develop the preparations, on the other hand, states assured them they would buy them all. After this strange deal the pharmaceutical industry took no economic risk by engaging in new fabrications. And it was sure to touch the jack pot in the case of a pandemic outbreak.

Do you disagree with the diagnoses and even the potential severity of influenza A?

Wolfgang Wodarg. Yes, it's just a normal kind of flu. It does not cause a tenth of deaths caused by the classic seasonal flu. All that mattered and that led to the great campaign of panic which we have seen was that it was a golden opportunity for representatives from labs who knew they would hit the jackpot in the case of a pandemic being declared.

Those are very serious accusations you're making. How was such a process made possible within the WHO?

Wolfgang Wodarg. A group of people in the WHO is associated very closely with the pharmaceutical industry.

Will the investigation by the Council of Europe also work in this direction?

Wolfgang Wodarg. We want to clarify everything that brought about this massive operation of disinformation. We want to know who made decisions, on the basis of what evidence and precisely how the influence of the pharmaceutical industry came to bear on the decision-making. And the time has come at last for us to make demands on governments. The purpose of the inquiry is so that there are no more false alarms of this type in the future. So that the people may rely on the analysis and the expertise of national and international public institutions. The latter are now discredited, because millions of people have been vaccinated with products with inherent possible health risks. This was not necessary. It has also led to a considerable mismanagement of public money.

Do you have any concrete figures on the extent of this mismanagement?

Wolfgang Wodarg. In Germany it comes to 700 million euros. But it is very difficult to know the exact figures because we are talking on one side about vaccines resold to foreign countries and most firms do not communicate due to the principle of respect for "business secret" regarding the amounts in contracts concluded with States and any indemnification clauses contained therein.

Will the work of "lobbying" by pharma companies on the National Institutes of Health also be dealt with by the investigation of the Council of Europe?

Wolfgang Wodarg. Yes we will examine the attitude of institutions like the Robert Koch Institute in Germany or Pasteur in France who should in fact have advised their governments from a critical standpoint. In some countries certain institutions have done so. In Finland and Poland, for example, critical voices were raised to say: "we do not need that."

Has the tremendous global operation of disinformation also been possible because the pharmaceutical industry had "representatives" even within the governments of the most powerful countries?

Wolfgang Wodarg. As regards the ministries, that seems to me to be obvious. I can not explain how specialists, very smart people who know the problems of the influenza disease by heart, did not notice what was happening.

So what happened?

Wolfgang Wodarg. Without going as far as saying direct corruption, which I am certain does exist, there were many ways for labs to exercise their influence over decisions. A very concrete example, is how Klaus Stöhr, who was the head of the epidemiological department of the WHO at the time of bird flu, and who therefore prepared the plans to cope with a pandemic that I mentioned above, in the meantime had become a top executive of the company Novartis. And similar links between Glaxo and Baxter, etc. and influential members of the WHO. These large firms have "their people" in the cogs and then they pull strings so that the right policy decisions are taken. That is to say, the ones that will allow them to pump as much money from taxpayers.

But if your survey succeeds, will it not be a support for citizens to insist their governments demand accountability from these large groups?

Wolfgang Wodarg. Yes, you're right, this is one of the major issues related to this investigation. States could indeed take advantage of this to contest contracts drawn up in, let us say, improper conditions. If it can be shown that it was under the influence of firms that the process was initiated then they will have to be push to ask for reimbursement. But that's just the financial side, there is also the human side, persons who were vaccinated with products that were inadequately tested.

So what kind of risk have these healthy people unknowingly taken by getting vaccinated?

Wolfgang Wodarg. Again, the vaccines were developed too quickly, some adjuvants were insufficiently tested. But there is worse to come. The vaccine developed by Novartis was produced in a bioreactor from cancerous cells. A technique that had never been used until now.

Why, I'm obviously not an expert, but how can one claim to make a vaccine from diseased cells?

Wolfgang Wodarg. Normally one uses chicken eggs on which viruses are grown. We need in fact to work on living cells. Because viruses can only multiply in this way and so do, by definition, the virus preparations that go with it. But this process has a big flaw, it is slow and it takes a lot of eggs. And it is long and complex technically. Another potentially excellent technique is to grow the virus in living cells in bioreactors. This requires cells which grow and divide very quickly. It's a bit like the method used to culture yogurt, which is also produced in a bio-reactor. but in this context the cell was so upset in its environment and its growth that it grows like a cancer cell. And it is on these rapidly multiplying cells that they grow the virus. But to manufacture the vaccine the virus must be re-extracted from these cells on which they were implanted. And it can therefore happen that during the manufacturing process of the vaccine, residue of cancerous cells remain in the preparation. In the same way as it happens in conventional manufacturing with eggs. Thus we know that in the case of a classic influenza vaccination, side effects can occur in people who are allergic to egg albumin found in egg white. It can not be excluded that proteins, remains of a cancer cell present in a vaccine produced by bio-reactor, may generate a tumour on the person vaccinated. According to a true principle of precaution, before such a product is allowed on the market, there should therefore be 100% certainty that such effects are actually excluded.

And wasn't this done?

Wolfgang Wodarg. It was not. The EMEA (European Medicines Agency), an institution under the responsibility of the European Commissioner for Economic Affairs, based in London, which gives permission to release vaccines on the market in Europe, gave the green light for commercializing this product arguing, namely, that this mode of manufacture was not a "significant" risk. This was very differently appreciated by many experts here in Germany and by an independent drug institution, which instead sounded the alert and voiced their objections. I took these warnings seriously. I studied the case and intervened in the context of the Bundestag health committee of which I was a member so that the vaccine would not be used in Germany. I made it known that I was certainly not opposed to the development of vaccines with this technique. But first it had to have a total guarantee of innocuousness. The product has therefore not been used in Germany where the government terminated the contract with Novartis.

What is the name of this vaccine?

Wolfgang Wodarg. Obta flu.

But that means that in other European countries like France the product can be marketed without any problem?

Wolfgang Wodarg. Yes, it obtained permission from EMEA and can be used anywhere in the EU.

What alternative do you intend to propose so that further scandals of this type are avoided?

Wolfgang Wodarg. The WHO should be more transparent, so we know clearly who decides and what type of relationship exists between participants in the organization. It should also be flanked by at least one elected chamber, which should be able to react very critically and where everyone can express themselves. This enhanced public scrutiny is essential.

Isn't the question of another system capable of handling a matter which is in fact a common good for citizens across the planet coming to the surface?

Wolfgang Wodarg. Can we go on allowing the production of vaccines and the conduct of these productions to organizations whose goal is to win as much money as possible? Or is the production of vaccines not something that States must absolutely monitor and implement themselves? That's why I think we should abandon the system of patents on vaccines. That is to say, the possibility of monopolization of vaccine production by a large group. For this option requires that we sacrifice thousands of lives, simply in the name of respect for these monopoly rights. You're right, that particular claim has become evident for me.

Interview by Bruno Odent

http://theflucase.com



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Papa por la libre

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El año en que nací se celebró el primer congreso del Partido Comunista de Cuba y la centralización del comercio y los servicios era casi absoluta. Sólo se podía adquirir -fuera del mercado racionado- algunos libros, los periódicos y los tickets para el cine. El resto de los productos y prestaciones estaba bajo el austero signo de lo restringido, encerrado en la cuota subvencionada que recibíamos cada mes. Incluso para adquirir una cuchilla de afeitar se debía presentar la cartilla en la que una vendedora marcaba el número correspondiente a las afiladas hojas.

Con la comida pasaba algo similar y especialmente con los frutos de nuestros fértiles campos, que se distribuían en cantidades limitadas a cada consumidor. Era la papa uno de los más controlados por el ojo estatal. Durante toda mi vida, ese sabroso tubérculo estuvo exclusivamente en las tarimas de los mercados racionados; llegaba cada tres o cuatro meses para hacernos el honor de su presencia y de su sabor. Yo soñaba con purés untados de mantequilla y con papitas fritas que sobresalían del plato. Llegué a pensar que su suave textura se cosechaba en las remotas praderas siberianas y no en los surcos de mi propio país.

Los campesinos privados estaban obligados a venderles su producción de papas al estado, que penalizaba con fuerza a quienes violaban tan estricta norma. De manera que nos acostumbramos a verlas aparecer en nuestros platos pocas veces al año y guardarlas en nuestras fantasías culinarias. Así fue hasta que hace algunas semanas el gobierno de Raúl Castro decidió liberalizar su venta y sacarlas del cada vez más agotado mercado racionado. Ya no es necesario mostrar un documento para poder comprar un kilo de papas, pero ahora nos hace falta que regresen, que podamos ponerlas en nuestras bolsas y llevarlas a casa.



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DILMA: A INÉPCIA REITERADA

Editorial "Estadão" 14/01/10

Acuado pela ampla reação contrária ao Programa Nacional dos Direitos Humanos — criticado até por ministros —, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu recuar para evitar custos políticos maiores, mas procurou poupar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, sua candidata à Presidência da República. Ela é, no entanto, pelo menos tão responsável quanto o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, pelo embaraço causado ao presidente. De certo modo, sua responsabilidade é maior, porque cabe à Casa Civil a avaliação final de qualquer projeto encaminhado ao chefe do governo.

Segundo informação daquela Pasta, só os aspectos legais do programa foram analisados. Isso equivale à confissão de uma falha. É função do gabinete civil não só a "verificação prévia da constitucionalidade e da legalidade dos atos presidenciais", mas também a "análise do mérito, da oportunidade e da compatibilidade das propostas, inclusive das matérias em tramitação no Congresso Nacional, com as diretrizes governamentais". Não é preciso pesquisar a legislação para descobrir esses dados. Tudo isso está nas páginas da Casa Civil, facilmente acessíveis pelo site do Palácio do Planalto.

Não tem sentido, em termos administrativos, lançar sobre o secretário Paulo Vannuchi toda a responsabilidade pela desastrosa publicação do decreto sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos. O secretário fez um péssimo trabalho em todos os sentidos — muito ruim como projeto para o País e politicamente custoso para o governo —, mas o texto foi submetido a uma instância intermediária, antes de chegar ao chefe de governo. O presidente alegou ter assinado sem ler. Não explicou se o fez por aversão à leitura, mas, de toda forma, deve ter confiado no trabalho de seus auxiliares. Se confiou, errou.

Com esse escorregão, a ministra Dilma Rousseff demonstrou de forma irrefutável seu despreparo para mais um cargo federal. Já havia mostrado sua inépcia ao chefiar o Ministério de Minas e Energia, onde sua gestão foi abaixo de inexpressiva. Chamada para a Casa Civil, foi desde o início poupada, pelo presidente, de toda a responsabilidade pela articulação política. Foi-lhe atribuída a gerência dos investimentos federais e, em 2007, o presidente Lula entregou-lhe a coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mais que isso, ele a nomeou "mãe do PAC". Mais uma vez a ministra demonstrou sua inépcia gerencial, desmentindo novamente sua injustificável fama de executiva.

No ano passado — o de melhor desempenho na execução das obras —, o Tesouro desembolsou apenas 65% do valor previsto no Orçamento para o programa. Além disso, pouco mais de metade do total desembolsado correspondeu a restos a pagar. Mas o presidente Lula ainda não está saciado. Persistente, decidiu proporcionar à ministra Dilma Rousseff a oportunidade invejável de exibir sua inépcia no posto mais alto da administração nacional, a Presidência da República. Se Lula tiver sucesso, terá contribuído de forma notável para a revisão do Peter Principle, divulgado em 1969 pelo professor Lawrence Johnston Peter: "Numa hierarquia, todo funcionário tende a subir até seu nível de incompetência." Na formulação revista, ampliada e já comprovada em parte, a ascensão pode continuar por níveis de incompetência cada vez mais altos e mais perigosos para a organização — ou, neste caso, para o País.

Não se sabe se Lula conseguirá transferir para sua candidata prestígio suficiente para permitir sua eleição. Neste momento, ele está empenhado em transferir-lhe um de seus atributos mais invejáveis, semelhante à propriedade principal das panelas teflon. Graças a essa propriedade, nenhum escândalo grudou em sua figura e nenhum erro importante maculou sua imagem, pelo menos perante uma grande parcela dos cidadãos. Ao isentar a chefe da Casa Civil de responsabilidade pelo desastroso decreto, Lula procura transformá-la numa candidata igualmente imune a prejuízos de imagem. Na terça-feira, por exemplo, ele a conduziu ao primeiro grande evento eleitoral de 2010, em Brasília, perante uma plateia de prefeitos, governadores e parlamentares. A cerimônia teve até beija-mão, protagonizado pelo presidente do Congresso, senador José Sarney. Foram liberados na ocasião R$ 3 bilhões para prefeituras, destinados ao programa de habitação popular. Um grande investimento, sem dúvida — pelo menos na candidatura oficial.



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Lula lá.

Do colunista Cacau Menezes, do Diário Catarinense:

Altas fontes. Fiquei sabendo ontem, de altas fontes, que o presidente Lula anda de namorico com a ex-modelo Luiza Brunet, e que por isso seu casamento com Marisa está por um fio. Aliás, os dois já estariam separados.Se for verdade, Cacau sai na frente de novo. Se for mentira, só o tempo dirá.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Temperatura ideal para uma cerveja

Cerveja Original com geloCréditos: Rodrigo Sardinha

Uma velha e manjada questão, principalmente para nós, brasileiros, que estamos acostumados com as "pseudo-cervejas" e com aqueles bares e botecos de freezers na temperatura -2° C, -4° C. Sempre passa na cabeça "manda uma cerveja beeeeem gelada".

Mas claro, muitos fatores contribuem para esse fator e vamos ser sinceros, tá um puta calor no Rio hoje em dia, por exemplo. Não tem como não passar na sua cabeça "tomar uma cerveja mega gelada". Em locais muito quentes é muito normal tomarmos as famosas pilsens, que são cervejas para refrescar mesmo, não entram na categoria de "degustação" de cerveja. Mas claro, existem ótimas pilsens como a Pilsner Urquel, mas não podemos colocá-la nesses méritos.

A temperatura varia de acordo com a cerveja

Cerveja Heineken com geloCréditos: brudante03

É exatamente isso. Não é qualquer tipo de cerveja que podemos tomar a 2° C e também não tem como beber uma pilsen, nesse calor, numa temperatura de 10° C, 12° C. Existem pontos que vocês devem saber para beber sua cerveja:

Papilas gustativas

Não tentem tomar cervejas abaixo de 0° C, isso faz com que suas papilas gustativas se fechem e percam a sensibilidade, fazendo com que você não perceba mais o gosto das cervejas praticamente, não sentindo também o teor alcoólico dela, dificultando assim, o sabor das próximas.

Não congele

Cerveja Itaipava congeladaCréditos: elmozzer

Bom, acabei de falar que não é bom deixar a cerveja em 0° C ou abaixo disso, portanto, não congele, por favor. O congelamento tira algumas propriedades da cerveja. Também não devemos gelar e degelar a cerveja, acredito que vocês já tenham ouvido falar disso, pois mexe nas características da nossa breja, com isso, você pode acabar achando ruim e colocando a culpa na cervejaria, enquanto foi você que ficou gelando e desgelando.

Espuma da cerveja, o famoso colarinho

Eu juro que não me conformo como tem gente que não gosta de colarinho. Ele que dá o corpo, consistência, mantém o sabor, prolongando-o. E ele também é um isolante térmico, mantendo sua cerveja numa temperatura adequada por mais tempo. É totalmente recomendado que você deixe entre 2 e 3 dedos de colarinho para manter o aroma e a temperatura bem modafoca.

Pá-pum, botou bebeu!

Créditos: BeerTales

Também não é recomendado beber imediatamente a cerveja, sendo ideal esperar de 30 a 45 segundos para mandar pra dentro a breja. Isso faz com que a cerveja encorpe no copo. (estranho esses dois termos juntos né?)

Mas admito, to pouco me fodendo pra esse último ponto em relação a botecos com a galera. Colocamos a cerveja no copo, vamos brindar imediatamente e beber logo a cerveja porque o calor comanda no verão. Mas na degustação tente seguir esse ponto, ok?

Métricas de acordo com o estilo

Créditos: andreamary

Como já percebemos até agora, a temperatura varia muito de acordo com o estilo da cerveja. Vimos também que as "pseudo-cervejas" nacionais não são dignas de degustação, portanto, não entram com rigor nesse caso de temperatura para degustação, é só lembrar de não congelar ou colocar abaixo de 0° C ok?

  • Muito gelada (de 0 a 4°C): Pale Lagers, cervejas sem álcool e qualquer cerveja que tenha o objetivo de refrescar e não muito a de ser degustada, provavelmente pela qualidade duvidosa
  • Bem gelada (de 5 a 7°C): cervejas de trigo claras, Lambics de fruta e Gueuzes.
  • Gelada (de 8 a 12°C): para Lagers Escuras, Pale Ale, Amber Ale, cervejas de trigo escuras, Porter, Helles, Vienna, Tripel e Bock tradicionoal.
  • Temperatura de adega (de 13 a 15°C): para as Ale quadrupel, Strong Ales Escuras, as Stout e a maioria das cervejas especiais Belgas, incluindo as Trapistas. As Bocks mais fortes como a Eisbock e a Doppelbock.

Peguei essa tabelinha de métricas no site da galera do Brejas, espero que não tenha problemas quanto a isso ;) Pois eu já tinha visto essa tabela do Michael, mas foi ótima essa adaptação feita pela equipe do Brejas levando em conta o público brasileiro.

Finalizando

Lata de cerveja amassadaCréditos: Telemak

Espero que ajude um pouco essas dicas. E já aviso mais uma vez, caso você queira entrar no mundo das cervejas artesanais, atente a esses pontos de temperatura, acostume-se a beber cervejas em temperaturas mais elevadas e acredite, ficam bem melhores sim.

Mas caso você seja daqueles que querem beber e foda-se, manda pro freezer, só toma cuidado pra não ficar abaixo de 0° C ou congelar, senão fica ruim de aguentar.



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