Vejo lá e ponho aqui

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

É bit ou é Byte: você também teria esse problema de esquecimento?

A memória adora nos "deixar na mão" quando mais precisamos, até porque exigimos muito dela, seja a alheia ou a própria. Quando falamos na memória de nossos queridos, amados e praticamente insubstituíveis gadgets, sempre queremos que ela seja o mais rápida possível, que possa resgatar nossos dados mesmo depois de a bateria descarregar-se por completo, com uma capacidade bem maior do que podemos precisar durante a vida útil do aparelho e, claro, tudo isso por um precinho bem camarada.

Tio Laguna, haveria alguma tecnologia atual que possa preencher todos esses requisitos?

Talvez, mas tal tecnologia acabaria esbarrando no preço, na capacidade e/ou durabilidade. É a velha e boa questão do custo benefício, que deveria ser muito bem planejada pelo consumidor, afinal, dinheiro não nasce em árvore. Devido à inviabilidade econômica e técnica de se ter uma tecnologia de armazenamento dos dados que poderiam preencher tantas exigências, temos, desde os primórdios da informática, uma clara divisão dos tipos de memória:

- A memória principal, popularmente conhecida como (D)RAM e incluo aqui também a cache (SRAM), de onde o sistema operativo e seus programas compatíveis são diretamente executados pelos microprocessadores. Tal tipo de memória caracteriza-se pela volatilidade das informações, nela gravadas, após o desligamento do aparelho, característica que é compensada pela enorme velocidade de acesso do microprocessador aos dados que estariam ali contidos;

- E memória secundária, a de armazenamento, que é a mais barata, já que possui diversas tecnologias concorrentes e, de certa forma, complementares entre si (discos magnéticos e/ou ópticos, chips ROM de diversos tipos, SSDs, etc..). Tais tecnologias garantem que as informações contidas, nesse tipo de memória, possam ser resgatadas mesmo após o desligamento da máquina capaz de acessar a mídia física da memória secundária. O porém é que a velocidade de transferência desses dados gravados na memória secundária ainda é irrisória diante da competência que coube à memória principal. Isso considerando tecnologias e interfaces contemporrâneas, claro.

Meu caro Laguna, essa dança toda eu já sei de cor e salteado. Que tipo de besteira você veio falar aqui?

Vou "jogar um pouco de conversa fora" sobre as unidades de capacidade e velocidade de transferência da informação contida na memória, seja ela a de armazenamento ou a principal. E quais são essas unidades?

- A mais elementar é o bit (sempre abreviada como 'b' minúsculo, e Meio 'Bit' é nome próprio, tratando-se de exceção prevista no idioma português), que representa o dígito binário 0 ou 1. Quando usamos o bit como unidade, geralmente nos referimos à velocidade de transferência de dados (em transferência, sempre colocamos o tempo analisado, geralmente por segundo).

- Já a mais popular é o octeto de bits, o byte (é abreviada sempre com 'B' maiúsculo e opto pessoalmente por escrever Byte para realçar isso, em determinados momentos), que representaria um caractere (ASCII e mais outros 128 deles...) e é utilizado em qualquer situação para designar a capacidade de armazenamento da memória, seja essa memória a principal ou secundária.

Num passado não muito distante, o JEDEC e o SI brigavam entre si por conta de ambos utilizarem as mesmas ordens de grandeza (o quilo, o mega, o giga, o tera, etc..), só que com significados bem diferentes. Para evitar mais confusões, ambos chegaram a um acordo para diferenciar as ordens de grandeza binárias (JEDEC) das ordens de grandeza decimais (SI):

Por exemplo, o quilobyte (também conhecido como quibibyte, coisa que nem gosto de pronunciar), quando a ordem de grandeza é binária, ou seja, o termo é equivalente à 1024 Bytes, é abreviado como KiB. Mas caso essa ordem de grandeza seja decimal, ou seja, ao referirmo-nos a 1000 Bytes, então abreviaríamos como kB. Resumindo: na abreviatura, um 'i' minúsculo é incluído para as ordens de grandeza binária.

Utilizamos as ordens de grandeza binárias em quase toda referência à memória de nossos Equipamentos de Tecnologia da Informação, seja ela a principal ou secundária. E quanto às ordens de grandeza decimal?

Chegamos à parte interessante: geralmente utilizamos as ordens de grandeza decimais quando tratamos de velocidade de transferência de dados, além de utilizarmos o Byte sendo composto por 10 (dez) bits, devido à codificação 8b/10b, onde há os oito bits de dados + dois bits de paridade.

Então, quando referimo-nos à velocidade de acesso à internet de, por exemplo, 100 Megabits por segundo, essa velocidade seria equivalente à 1 MegaByte por segundo, não 1,25 MiBps como se suporia. A interface USB 2.0 pode chegar aos 480 Mibps (60 MiBps, half-duplex) se não fossem os protocolos proprietários enviados para identificar o componente conectado, juntamente com outras interrupções e restrições, ao passo que o USB 3.0 poderia, em teoria, chegar aos 5 Gbps, mas, na prática, acaba chegando à um pouco menos de um décimo disso, "apenas" 480 MiBps, o que já é dez vezes mais que o padrão anterior e full-duplex.

Agora tenho outra situação interessante: o melhor jogo que já joguei na vida era anunciado como tendo incríveis 256 Megabits e, à época, quando eu era um mero aborrescente, notei que isso não passava de "apenas" 32 MiB. Enquanto isso, o console concorrente, não tão "imune" à pirataria, infelizmente, tinha jogos que ocupavam mais de um CD, embora cada CD proprietário era limitado à 650 ou 700 MiB. Onde quero chegar com essa viagem toda?

Houve um ponto em que os fabricantes de discos magnéticos e/ou ópticos perceberam que era muito mais fácil utilizar ordens de grandeza decimais para medir seus produtos e torná-los mais atraentes aos consumidores, o que fez com que discos rígidos de 320 GB (gigabytes decimais) tivessem "apenas" 298 GiB (gigabytes binários), os DVDs de 4,7 GB possuindo 4,37 GiB e os Blu-rays de 25 GB, "apenas" 23,76 GiB disponíveis ao usuário para o armazenamento de seus dados e vídeos educativos em alta definição.

Mas o uso de ordens de grandeza decimal é algo que não acontece com a memória principal, e por um bom motivo: a interface obriga que a capacidade esteja em ordem de grandeza binária e seus múltiplos, pois cada canal do barramento, que liga o módulo ao controlador de memória, teve ter acesso à um mesmo número de endereços de memória. Se cada módulo de memória (pente é para cabelo..) do tipo DDR2-SDRAM, com 16 chips (oito em cada face, em cada lado do módulo), está num canal de 64 bits, dá para imaginar que cada chip seria dividido por quatro, representando cada bit do canal. Isso em teoria.

Para não me aprofundar demais no assunto e tornar o texto (ainda..) mais longo, gostaria de tratar sobre um vício que ronda alguns lusoparlantes: a mania de pluralizar as ordens de grandeza. Tenho que sempre avisar isso: não existem megas, não existem gigas e nem existem teras. Ordem de grandeza não é unidade. As unidades podem ser colocadas no plural, já que existem bits e Bytes. Mas ordem de grandeza não pode ter plural, a não ser que alguns lingüistas modernos achem o contrário, depois de algum futuro acordo ortográfico que inclua o miguxês como norma culta de nosso idioma.

Ou alguém aí fala "megasbytes", "gigasbytes" e "terasbytes", por acaso?

Uma última coisa: letras maiúsculas são diferentes de letras minúsculas. A temperatura em kelvin (K maiúsculo) é diferente de quilo decimal (k minúsculo) ou quilo binário (Ki). Mega decimal (M) é diferente de mega binário (Mi), que por sua vez, são diferentes do pequenino mili (m). Giga decimal (G) ou binário (Gi) não deveriam ser confundidos com grama (g), unidade de massa. Assim como há uma tonelada (t) de gente que pode confundir o tera decimal (T) com o binário (Ti, também conhecido como titânio pelo tio Pryderi), utilizado indiretamente como unidade de postagem (os queridos tibs) no MeioBit.

Agradecimentos ao Adriano Lepper, à Fabiane Lima, ao GuZ, ao Naftali, ao Gabriel Rezende e ao Atípico Rudá por terem me inspirado a escrever este post durante uma conversa no Skype, enquanto eu estava a jogar Devil May Cry 4, tudo isso simultaneamente, claro.

Vergonha irrevogável na quadrilha de São Bernardo


mercadante-irrevogavel

Mudanças podem onerar em R$ 6,1 bilhões contas de luz no país

24/08/2009 - 08h40

AGNALDO BRITO
da Folha de S.Paulo

A Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais), organização que reúne 53 grupos industriais responsáveis por 20% da demanda de energia no país, concluiu estudo a partir do qual sustenta que as contas de todos os consumidores das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste serão oneradas em mais R$ 6,1 bilhões nos próximos cinco anos com as mudanças previstas na MP 466, assinada pelo presidente Lula e em tramitação na Câmara.

O subsídio pago pelos consumidores para equalizar as contas de luz na região Norte subirá, segundo números da Abrace, de R$ 7,983 bilhões entre 2009 e 2013 para R$ 14,08 bilhões no mesmo período -alta de 76,4% na chamada CCC (Conta de Consumo de Combustível dos Sistemas Isolados), um entre nove encargos tarifários.

Ainda não é possível saber qual o impacto que o rateio dessa conta trará para o consumidor. O fato, segundo a Abrace, é que a tendência de redução dessa conta a partir deste ano não ocorrerá como previsto. Isso deveria acontecer quando os sistemas isolados, como Rondônia e Acre, fossem conectados com a malha de distribuição de energia do Sistema Interligado Nacional -que hoje atende 97% dos brasileiros.

A associação dos grandes consumidores de energia sustenta que neste ano a CCC seria de R$ 2,4 bilhões e subirá para R$ 3,57 bilhões só com as mudanças.

Segundo Ricardo Lima, presidente da Abrace, o cálculo incluiu não só a conta de combustível mas os encargos que foram incluídos na MP. Exemplo: o reconhecimento a partir de agora de todas as despesas com geração, transmissão e distribuição das companhias estatais que operam na região (algo não previsto antes) e um encargo adicional, em princípio provisório, criado pela MP para compensar os Estados do Norte pelo ICMS que deixará de ser arrecadado com o fim da compra de óleo combustível para a geração térmica.

Governo nega aumento

O governo sustenta que a reforma da CCC não vai elevar a tarifa ao consumidor. Segundo o governo, a conexão de sistemas isolados ao SIN e a consequente redução da compra de combustível para geração são os motivos.

A Eletrobrás diz que, se a MP já vigorasse, o custo da CCC para 2009 seria de R$ 3,1 bilhões, maior que o subsídio admitido pela Aneel para 2009, de R$ 2,26 bilhões.

A estatal alega que o valor de R$ 3,1 bilhões, contudo, é menor do que os R$ 3,7 bilhões de 2008. A Eletrobrás afirma que, ao contrário do que afirma a Abrace, a tendência é de queda.

Após "Titanic", James Cameron aposta em 3D

24/08/2009 - 07h27

da Folha de S.Paulo

Para driblar a pirataria e motivar a geração MySpace/ Orkut a sair do computador e pagar por um ingresso de cinema, Hollywood iniciou uma ambiciosa estratégia. Em 440 salas de 58 países, foram exibidos, na última sexta-feira, 15 minutos de "Avatar", filme de James Cameron que deve estrear em 18 de dezembro.

Divulgação
Cena do filme "Avatar", de James Cameron, com previsão de estreia para 18 de dezembro
Cena do filme "Avatar", de James Cameron, com previsão de estreia para dezembro

O que foi visto em São Paulo, na sala Imax do shopping Bourbon Pompeia, não foi um trailer nem uma sequência linear do filme --Cameron e a Fox escolheram algumas cenas aleatórias, com a pretensão de fornecer pistas sobre o que é essa produção cujo orçamento bate nos US$ 240 milhões.

Esse é o primeiro longa de Cameron desde 1997, quando "Titanic" se tornou o filme comercialmente mais bem-sucedido da história do cinema.

Com "Avatar", o cineasta sabe que não está mais em 1997 --hoje, para ganhar uma grana formidável no cinema, não basta escalar Leonardo DiCaprio e afundar um transatlântico. Em 2009, não dá mais para o entretenimento ignorar indústrias como as de games e de internet.

Assim, "Avatar" reúne, além de elementos da ficção científica (planetas distantes...) e do cinemão clássico (o romance entre dois personagens aparentemente opostos), códigos de games, de realidade virtual, de quadrinhos e de animação.

Ao filme: em "Avatar", Sam Worthington é Jake Scully, um ex-fuzileiro naval paraplégico que se alista em uma missão de risco no planeta Pandora.

Esse planeta é habitado por uma espécie nativa (os Na'Vi) que possui semelhanças com os humanos (mas são azuis, bem altos e possuem rabo).

Scully é colocado em uma cápsula e seu cérebro é "transportado" para o de um Na'Vi. Em Pandora, ele encontra um local em que as florestas são fluorescentes e os animais, ferozes e gigantescos.

Em uma pequena apresentação antes do início da minissessão, Cameron diz que as cenas exibidas na sexta foram selecionadas da primeira parte do filme, para não entregar nenhuma surpresa.

Se não dá para tirar muito do roteiro, a tela enorme potencializa (com o perdão do termo) os efeitos em 3D do filme -algumas sequências são vertiginosas, estonteantes, com as cores estourando.

Em uma produção que está apoiada quase totalmente em efeitos criados por computadores, Cameron conseguiu imprimir em seus personagens bela dose de emoção e realismo.

O curioso é que o sucesso que Cameron parece ter atingido na utilização de softwares e 3D pode limitar. Assistir a "Avatar" numa sala Imax, em 3D, é uma coisa --mas como transportar essa experiência para salas de cinema convencionais, DVD (ou Blu-ray) ou televisão?

Delicious Links for 2009-08-23

do Inventing Green de Alexis Madrigal

Pesquise, ouça e faça o download de milhões de mp3 com Booster

do Leopoldo Moreira de Leopoldo Moreira

buscador-mp3

Booster é um site de buscas que lhe permite pesquisar, ouvir e baixar milhões de mp3 gratuitamente da Internet.

Certamente você irá encontrar o que deseja, uma vez que nos testes que fiz, encontrei músicas até de artistas  locais,  praticamente desconhecidos do resto do país, para realizar sua busca basta digitar o nome da música ou do artista e clicar em "Search!".

Na lista de resultados que você pode selecionar a música que deseja ouvir em streaming através de um pequeno player que também pode ser inserido em uma página web, ou ainda fazer o download do mesmo em formato mp3.

Os arquivos estão hospedados em sites externos, e você deve ler o aviso legal, a fim de evitar a violação de direitos autorais.

Booster tem uma interface gráfica limpa e fácil de usar. O acesso é feito gratuitamente, sem ter de se inscrever.

No entanto, caso se cadastre, você pode criar e salvar listas de músicas personalizadas

A pequena mentira que aborreceu Stálin

Deu em O Globo

De Elio Gaspari:

A ministra Dilma Rousseff tem uma relação agreste com a verdade e isso vem lhe custando o sossego, podendo custar a candidatura à Presidência da República. Nosso Guia desafiou Lina Vieira ("essa secretária") a mostrar sua agenda para provar que se encontrara com a ministra Dilma Rousseff. A servidora estimou que o encontro pode ter ocorrido no dia 19 de dezembro passado, mas anotação na agenda parece que ela não tem.

É Lina Vieira quem precisa provar que esteve no Planalto e até agora tem o suporte da memória de sua chefe de gabinete. Outro servidor capaz de recordar a data do interesse pelo caso de Fernando Sarney era o diretor de fiscalização, Henrique Freitas, que ficou com a cabeça a prêmio. A ausência da data do crime leva água para a teoria segundo o qual o encontro não ocorreu. É a palavra de uma contra a da outra.

A repórter Leila Suwwan foi conferir a agenda da ministra no final de dezembro de 2008 e descobriu que os encontros e eventos incluídos no sítio do Palácio do Planalto estavam embaralhados, misturando dias e cerimônias. Desapareceram os dados do dia 19 de dezembro.

Há um mês, o repórter Luiz Maklouf Carvalho mostrou que o currículo de Dilma Rousseff estava acelerado com um título inexistente. A ministra negou a autoria do documento, acrescentando uma correção acrobática: não é mestre nem doutora pela Unicamp, mas frequentou os cursos.

Em 2006, ao ser entrevistada no programa "Roda Viva", ela ouviu o jornalista Paulo Markun ler sua biografia, informando que foi viver em Porto Alegre "depois de fazer doutorado em economia monetária e financeira".

Agora Suwwan mostrou que sua agenda pública não merece fé. A Casa Civil atribui o sumiço do dia 19 a um erro ocorrido há meses, na transferência de dados. Quem quer acreditar nessa versão é obrigado a supor que aconteceu uma enorme coincidência.

O aspecto agreste da relação de Dilma com a verdade está na crença de que há uma relação entre o poder e a consistência das versões que sustenta.

Uma coisa é anexar títulos inexistentes, outra é fazer piruetas depois da exposição do erro. Uma coisa seria dizer que solicitou pressa à secretária da Receita na investigação das contas de Fernando Sarney. (Pressa, no caso, pode ser um fator neutro.)

Outra é entrar numa discussão de agendas tendo a sua remendada.

Quem manda muito acha que pode tudo e, em alguns casos, prevalece enquanto tem o poder. Passa o tempo e a casa cai por conta de detalhes devastadores. Dois exemplos:

Em janeiro de 1971, o ex-deputado Rubens Paiva foi preso e desapareceu. Os comandantes militares da ocasião contaram que ele estava sendo transportado por dois soldados da PE num Volkswagen quando o carro foi fechado numa estrada do Alto da Boa Vista. Seguiu-se um tiroteio, o prisioneiro saiu do Volks e embarcou num automóvel dos sequestradores.

Tudo bem: faltava explicar como Paiva, com mais de 1,80 m, pesando em torno de cem quilos, sentado no banco de trás, saiu pela porta esquerda do Fusca, atravessando uma linha de tiro. Passaram-se 17 anos e o repórter Fritz Utzeri, com base na versão oficial, desmoralizou a farsa. Uma pequena mentira estragou a grande patranha.

Outro caso, que aborreceu o generalíssimo Josef Stálin: em 1936 ele mandou sua polícia prender velhos bolcheviques, acusando-os de terem planejado um assassinato. Deu tudo certo, os presos confessaram, os juízes julgaram e o pelotão de fuzilamento liquidou o caso.

Numa das confissões, um preso contou que participara do planejamento do atentado, em 1934, numa reunião no hotel Bristol de Copenhague.

O Bristol fora demolido em 1917. Como escreveu Stálin: "Por que diabos vocês meteram o hotel nisso? Deviam ter dito que foi na estação ferroviária. Ela ainda está lá".

Tanto os generais brasileiros de 1971 como o comissariado de 1936 acreditavam ter poder suficiente para desprezar detalhes. Num regime democrático, com imprensa livre (desde que fique longe dos áudios do Sarneystão), os pequenos truques produzem grandes desastres.

Future-se, mande um email pra você no futuro

do paula rizzo ponto com de Paula Rizzo

Futureme

Eu já tinha visto isto uma vez em um projeto semelhante envolvendo cartas enviadas pelo correio. Este parece mais em sintonia com o mundo de hoje. Você manda um email para você mesmo em algum período no futuro. O projeto envolve também o lançamento de um livro Dear Future Me contendo 200 das melhores cartas anônimas e públicas. Vale a pena dar uma olhadinha ;- )

Schumacher speculation continues

Michael Schumacher's manager has rekindled speculation about a Formula One comeback for the seven time world champion despite Ferrari Team Principal Stefano Domenicali ruling out a return this year.

The 40-year-old German had to watch the European Grand Prix from the pitwall due to his lingering injuries, while the Italian team confirmed that struggling Luca Badoer will also race at Spa Francorchamps this weekend. But Willi Weber told Cologne's Express newspaper that Schumacher is still in training, and may soon return to the seat of a F1 car.

"He still wants to drive motorcycles and karts," he said, "and for the recovery from his injuries it could be helpful for him to test again in the old F1 Ferrari. When? It has not been decided."

Some reports claim that Schumacher will definitely not return to replace the injured Felipe Massa this year."I'm happy he is training, but what I can absolutely rule out is that Michael can return this year as a racing driver," team boss Domenicali told the AFP news agency.

Schumacher himself however was non-committal before leaving Valencia late Sunday. "For the moment, I don't have any plans to start another attempt to come back," he told the Telegraph, but added: "I do not want to exclude the possibility that I come back one day. I'm still part of the Ferrari family. You never know what happens. For right now though I have to say: No."

E.A. © CAPSIS International

Localizando redes sem fio abertas

do O Velho de O Velho

O outSSIDer é um programinha muito útil para quem está de notebook procurando uma rede sem fio aberta. É só instalar, rodar, fechar a tampa do seu notebook e sair passeando por ai. Quando ele encontrar uma rede aberta, ele avisa com um sinal sonoro.

Gratuito, é baixar e usar.

Fonte: Red Ferret

Pesquisar este blog